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Entrega de vacinas não será no ritmo esperado por farmacêuticas, diz OMS

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A distribuição global de vacinas para a covid-19 deve ocorrer de forma mais lenta do que o projetado pelas farmacêuticas que as desenvolveram, à medida que as empresas esbarram em dificuldades na produção que já afetam o nível de suprimento acordado com países e blocos, segundo afirmou o consultor sênior da Organização Mundial da Saúde (OMS), Bruce Aylward, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 29. Ele disse que os acordos feitos com as companhias no âmbito da iniciativa Covax são “seguros”, e a questão recai sobre a capacidade produtiva das desenvolvedoras e fabricantes.

A cientista-chefe da OMS, Sumya Swaminathan, que também participou da coletiva, disse que a entidade deve distribuir as primeiras doses da vacina desenvolvida por Pfizer e BioNTech por meio da Covax em cerca de duas semanas.

Ela também informou que a OMS espera receber as primeiras doses do imunizante da AstraZeneca em breve.

Segundo a diretora de acesso a medicamentos da entidade multilateral, Mariângela Simão, as vacinas da AstraZeneca e da Sinopharm estão em fase final de avaliação pela OMS e devem ser aprovadas para uso emergencial em pouco tempo.

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Simão ainda alertou para as tentativas de empresas de iniciativas privadas ao redor do mundo de fechar acordos com as farmacêuticas para receber doses das vacinas.

Segundo a diretora, este é um movimento contraproducente aos esforços de vacinação em massa que deve “parar” o mais rápido possível.

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