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PÁGINA 3 / Tecnologia
CEO do YouTube pede desculpas por polêmica que afastou anunciantes

Sexta, 5/5/2017 16:33.

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A CEO do YouTube, site de vídeos do Google, pediu desculpas pelos vídeos racistas e neonazistas que, em março, afastaram anunciantes da plataforma.

Wojcicki se pronunciou por meio de um discurso em uma conferência de marketing, em Nova York, na noite desta quinta-feira (5).

"Quero que vocês saibam que nós levamos a sério o feedback de vocês", disse para a plateia, composta principalmente de publicitários.

"Nós trabalhamos com afinco todos os dias para merecer a confiança dos nossos anunciantes e das agências. Nós pedimos desculpas por ter decepcionado alguns de vocês. Nós podemos, e vamos, melhorar", disse a funcionária do Google.

No restante da apresentação, ela vendeu a ideia de que o YouTube é um espaço mais amigável e personalizado para os anunciantes do que a televisão. "O YouTube não é TV e nunca será", disse. "Nossos usuários não vêm ao YouTube procurando superficialidade, e sim procurando conteúdo."

CRISE DE IMAGEM

Em março, centenas de marcas boicotaram o serviço após propagandas aparecerem ao lado de vídeos do Estado Islâmico e do grupo neonazista Combat 18, entre outros conteúdos de potencial incitação à violência.

Em resposta à crise, o Google anunciou, em abril, que decidiu limitar os vídeos que podem ter propagandas no site.


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CEO do YouTube pede desculpas por polêmica que afastou anunciantes

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Sexta, 5/5/2017 16:33.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A CEO do YouTube, site de vídeos do Google, pediu desculpas pelos vídeos racistas e neonazistas que, em março, afastaram anunciantes da plataforma.

Wojcicki se pronunciou por meio de um discurso em uma conferência de marketing, em Nova York, na noite desta quinta-feira (5).

"Quero que vocês saibam que nós levamos a sério o feedback de vocês", disse para a plateia, composta principalmente de publicitários.

"Nós trabalhamos com afinco todos os dias para merecer a confiança dos nossos anunciantes e das agências. Nós pedimos desculpas por ter decepcionado alguns de vocês. Nós podemos, e vamos, melhorar", disse a funcionária do Google.

No restante da apresentação, ela vendeu a ideia de que o YouTube é um espaço mais amigável e personalizado para os anunciantes do que a televisão. "O YouTube não é TV e nunca será", disse. "Nossos usuários não vêm ao YouTube procurando superficialidade, e sim procurando conteúdo."

CRISE DE IMAGEM

Em março, centenas de marcas boicotaram o serviço após propagandas aparecerem ao lado de vídeos do Estado Islâmico e do grupo neonazista Combat 18, entre outros conteúdos de potencial incitação à violência.

Em resposta à crise, o Google anunciou, em abril, que decidiu limitar os vídeos que podem ter propagandas no site.


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