Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Tecnologia
Feira de start-ups tem 'tinder' de looks e socorro para celular 'afogado'

Em São Francisco a maior feira mobile do mundo

Quinta, 14/9/2017 8:06.

Publicidade

RICARDO AMPUDIA, ENVIADO ESPECIAL*
SAN FRANCISCO, EUA (FOLHAPRESS) - Dentro da edição americana da maior feira de dispositivos móveis do mundo, a Mobile World Congress, em San Francisco, outra feira reúne cerca de 200 start-ups tentando atrair investidores ou novos mercados.

A 4 Years From Now apresenta desde soluções simples, como aplicativos para conectar veterinários e donos de pets, até robôs educativos e personalização de tênis para marcas.

Os espanhóis da Waterrevive, por exemplo, trouxeram uma solução simples que atende a um público bastante amplo: pessoas que derrubam o celular na água.

"Um dos nossos sócios afogou seu celular e, na época, nenhuma assistência poderia dar jeito. Nós nos dedicamos a descobrir por que a água estraga os dispositivos", conta o espanhol Javier Benito, um dos sócios.

A pesquisa resultou no Waterrevive Blue, um líquido azul no qual o celular afogado deve repousar por horas, antes de secar e ser religado, sem dano ao equipamento.

Recém-saídos da universidade, os espanhóis já vendem o produto em 14 países da Europa, parte da América do Sul e em Dubai. A ideia é levar a novidade ao Brasil em breve.

As também espanholas do Yume Hub apostam num outro mercado, o chamado "fashion tech". A start-up tem um aplicativo que é uma espécie de "Tinder de looks". Fashionistas do mundo todo postam fotos de seus looks do dia, que ganham o like ou desaprovação de outros usuários.

A estratégia da start-up é reunir uma base de dados de acordo com o que os usuários gostam ou odeiam e vender para as marcas.

"Hoje, as marcas sabem se uma coleção funciona ou não, fazendo testes na loja. Produzem e analisam o que vendem, o que sobra é lixo.

Nós somos capazes, com base em dados, de prever o que pode funcionar para a próxima coleção, economizando dinheiro e reduzindo a produção de resíduos na moda", conta Patrícia Jordá, uma das fundadoras.

O aplicativo tem cerca de 8.000 usuários e está na segunda rodada de investimentos, com o objetivo de melhorar o design e internacionalizá-lo.

(*O jornalista viajou a convite da GSMA).


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade













Página 3

Feira de start-ups tem 'tinder' de looks e socorro para celular 'afogado'

Em São Francisco a maior feira mobile do mundo

Publicidade

Quinta, 14/9/2017 8:06.

RICARDO AMPUDIA, ENVIADO ESPECIAL*
SAN FRANCISCO, EUA (FOLHAPRESS) - Dentro da edição americana da maior feira de dispositivos móveis do mundo, a Mobile World Congress, em San Francisco, outra feira reúne cerca de 200 start-ups tentando atrair investidores ou novos mercados.

A 4 Years From Now apresenta desde soluções simples, como aplicativos para conectar veterinários e donos de pets, até robôs educativos e personalização de tênis para marcas.

Os espanhóis da Waterrevive, por exemplo, trouxeram uma solução simples que atende a um público bastante amplo: pessoas que derrubam o celular na água.

"Um dos nossos sócios afogou seu celular e, na época, nenhuma assistência poderia dar jeito. Nós nos dedicamos a descobrir por que a água estraga os dispositivos", conta o espanhol Javier Benito, um dos sócios.

A pesquisa resultou no Waterrevive Blue, um líquido azul no qual o celular afogado deve repousar por horas, antes de secar e ser religado, sem dano ao equipamento.

Recém-saídos da universidade, os espanhóis já vendem o produto em 14 países da Europa, parte da América do Sul e em Dubai. A ideia é levar a novidade ao Brasil em breve.

As também espanholas do Yume Hub apostam num outro mercado, o chamado "fashion tech". A start-up tem um aplicativo que é uma espécie de "Tinder de looks". Fashionistas do mundo todo postam fotos de seus looks do dia, que ganham o like ou desaprovação de outros usuários.

A estratégia da start-up é reunir uma base de dados de acordo com o que os usuários gostam ou odeiam e vender para as marcas.

"Hoje, as marcas sabem se uma coleção funciona ou não, fazendo testes na loja. Produzem e analisam o que vendem, o que sobra é lixo.

Nós somos capazes, com base em dados, de prever o que pode funcionar para a próxima coleção, economizando dinheiro e reduzindo a produção de resíduos na moda", conta Patrícia Jordá, uma das fundadoras.

O aplicativo tem cerca de 8.000 usuários e está na segunda rodada de investimentos, com o objetivo de melhorar o design e internacionalizá-lo.

(*O jornalista viajou a convite da GSMA).


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade