Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Distribuidoras querem ligar Florianópolis ao Rio com pontos de recarga de carros elétricos
EBC.

Sexta, 14/9/2018 6:06.

NICOLA PAMPLONA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Distribuidoras de energia negociam interligar o estado de Florianópolis ao do Rio de Janeiro com pontos de recarga para veículos elétricos, disse nesta quinta-feira (13) o presidente da Copel, empresa que abastece o Paraná, Antonio Guetter.

A ideia envolve a negociação para a instalação de pontos de recarga no Paraná e no trecho paulista entre a divisa e a capital.

A Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio, já está abastecida, e um projeto da distribuidora catarinense Celesc prevê a instalação de pontos na BR 101 sentido Norte.

"Estamos conversando com a Elektro [distribuidora que opera na região sul de São Paulo] e a Eletropaulo [que atende a região metropolitana da capital paulista] para completar a interligação", afirmou Guetter em entrevista após o evento.

Os pontos de recarga são instalados em postos de gasolina nas estradas e têm capacidade de recarregar 80% da bateria dos veículos elétricos em 25 minutos.

Cada um deles têm um custo de aproximadamente R$ 150 mil. Além disso, sua instalação demanda um reforço na rede elétrica que atende os postos de gasolina.

A Copel tem um projeto em curso, em parceria com a hidrelétrica Itaipu, para tornar a BR-277 (estrada que liga Paranaguá, no litoral, à cidade de Foz do Iguaçu) viável para o tráfego de veículos 100% elétricos, a um investimento total de R$ 2 milhões.

Três pontos de recarga já foram instalados e outros oito estão em processo de instalação, processo que deverá ser concluído em até três meses, segundo a empresa.

Os pontos ficam a, no máximo, 80 quilômetros de distância um do outro.

Em Santa Catarina, o projeto Eletroposto, da distribuidora local Celesc, já instalou pontos de recarga em Florianópolis e Araquari, cidade localizada a 160 quilômetros da capital do estado.

O projeto prevê uma terceira estação em Itajaí, no meio do caminho.

Em julho, a companhia elétrica EDP (Energias de Portugal) e a montadora BMW inauguraram oito pontos na Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio a São Paulo, ao custo de cerca de R$ 1 milhão.

Seis deles estão em São Paulo e dois no Rio. A maior distância entre os pontos é de 122 quilômetros.

"Não tenho a menor dúvida de que o carro elétrico está chegando. É uma tendência sem volta", afirmou o presidente da Copel.

A frota brasileira, porém, ainda é tímida: apenas 0,2% dos automóveis vendidos em 2017 no país eram híbridos ou 100% elétricos.

O alto custo desses veículos -que ainda dependem de importações- é um dos principais entraves para a expansão do modelo no Brasil.

A criação de uma infraestrutura para dar suporte aos carros, outro fator importante para o crescimento do mercado, tem avançado: em junho deste ano, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) regulamentou a recarga dos veículos. 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Geral

20 são em uma lojas de fast food Burguer King  


Justiça

Acusado diz que falará primeiro com seu advogado antes de se manifestar. Ele foi penalizado com advertência.


Cidade

Esta é uma das últimas etapas para obtenção da Bandeira Azul


Cidade

Lei municipal que favorecia os consumidores foi derrubada pelo Supremo 


Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Distribuidoras querem ligar Florianópolis ao Rio com pontos de recarga de carros elétricos

EBC.

NICOLA PAMPLONA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Distribuidoras de energia negociam interligar o estado de Florianópolis ao do Rio de Janeiro com pontos de recarga para veículos elétricos, disse nesta quinta-feira (13) o presidente da Copel, empresa que abastece o Paraná, Antonio Guetter.

A ideia envolve a negociação para a instalação de pontos de recarga no Paraná e no trecho paulista entre a divisa e a capital.

A Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio, já está abastecida, e um projeto da distribuidora catarinense Celesc prevê a instalação de pontos na BR 101 sentido Norte.

"Estamos conversando com a Elektro [distribuidora que opera na região sul de São Paulo] e a Eletropaulo [que atende a região metropolitana da capital paulista] para completar a interligação", afirmou Guetter em entrevista após o evento.

Os pontos de recarga são instalados em postos de gasolina nas estradas e têm capacidade de recarregar 80% da bateria dos veículos elétricos em 25 minutos.

Cada um deles têm um custo de aproximadamente R$ 150 mil. Além disso, sua instalação demanda um reforço na rede elétrica que atende os postos de gasolina.

A Copel tem um projeto em curso, em parceria com a hidrelétrica Itaipu, para tornar a BR-277 (estrada que liga Paranaguá, no litoral, à cidade de Foz do Iguaçu) viável para o tráfego de veículos 100% elétricos, a um investimento total de R$ 2 milhões.

Três pontos de recarga já foram instalados e outros oito estão em processo de instalação, processo que deverá ser concluído em até três meses, segundo a empresa.

Os pontos ficam a, no máximo, 80 quilômetros de distância um do outro.

Em Santa Catarina, o projeto Eletroposto, da distribuidora local Celesc, já instalou pontos de recarga em Florianópolis e Araquari, cidade localizada a 160 quilômetros da capital do estado.

O projeto prevê uma terceira estação em Itajaí, no meio do caminho.

Em julho, a companhia elétrica EDP (Energias de Portugal) e a montadora BMW inauguraram oito pontos na Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio a São Paulo, ao custo de cerca de R$ 1 milhão.

Seis deles estão em São Paulo e dois no Rio. A maior distância entre os pontos é de 122 quilômetros.

"Não tenho a menor dúvida de que o carro elétrico está chegando. É uma tendência sem volta", afirmou o presidente da Copel.

A frota brasileira, porém, ainda é tímida: apenas 0,2% dos automóveis vendidos em 2017 no país eram híbridos ou 100% elétricos.

O alto custo desses veículos -que ainda dependem de importações- é um dos principais entraves para a expansão do modelo no Brasil.

A criação de uma infraestrutura para dar suporte aos carros, outro fator importante para o crescimento do mercado, tem avançado: em junho deste ano, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) regulamentou a recarga dos veículos. 

Publicidade

Publicidade