Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Turismo
Restaurantes e hotéis terão que adotar novos padrões de higienização para serem competitivos

Redes hoteleiras estão adotando higienização de nível hospitalar com produtos mais baratos do que álcool

Terça, 28/4/2020 8:51.
NPR

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(Waldemar Cezar Neto/JP3) - O setor de turismo de Balneário Camboriú terá que se adaptar aos tempos do novo coronavírus, adotando higienização de nível hospitalar, se quiser se manter competitivo num mercado que sofrerá fortes mudanças enquanto não houver vacina ou remédio eficaz para covid-19.

Diante de uma doença altamente contagiosa, que até esta quarta-feira (29) produziu mais de 3 milhões de infectados e matou 218 mil, as pessoas estão com medo de ficar doentes e farão turismo no receptivo que lhes inspirar mais confiança.

As inicativas até o momento são individuais, a administração do munícípio que poderia pilotar o movimento para elevar metas de higienização está acostumada a agir como polícia, como fiscal, tem dificuldade de liderar iniciativas de fortalecimento da economia.

As grandes redes hoteleiras internacionais já buscaram esses padrões de higiene que exigem mais mão de obra e usam produtos de limpeza diferenciados, com preços acessíveis.

“Na semana passada participei de um call com o presidente da Accor, Patrick Mendes, que é a segunda maior operadora de hotéis do mundo, quando foi tratado deste assunto... teremos que praticar procedimentos básicos já adotados e aprimorados para que os apartamentos se mantenham com higienização de um padrão hospitalar. Com isto, a hotelaria terá este custo acrescido e teremos que nos adequar”, disse ao Página 3, nesta segunda-feira (27), o hoteleiro e presidente do Sindisol, Isaac Pires.

A Accor é gestora de 40 bandeiras, entre elas Mercure e Ibis, existentes em Balneário Camboriú e Itajaí.

Funcionário pulverizando com produto de nível hospitar um quarto de hotel da rede Marriott.

Os hotéis possuem grande quantidade de potenciais focos de infecção por covid-19, que vão do botão do elevador às cadeiras da piscina. A correta e constante higienização passa a ser argumento de venda, um enorme diferencial entre quem faz e quem não faz.

Dizer que faz higienização de alto nível talvez não seja suficiente para consumidores assustados com a pandemia viral, será necessário provar, demonstrar ostensivamente nos quartos, corredores e salões os padrões de excelência em higiene.

A rede Hilton, com mais de 6.000 estabelecimentos no mundo, lançou o programa Hilton CleanStay (estadia limpa) que prevê a adoção de práticas que podem ser válidas para qualquer hotel, confira:

- Colocar um selo na porta para indicar ao hóspede que o quarto não foi acessado desde a higienização;

- Priorizar a limpeza de interruptores de luz, maçanetas, controles remotos de TV, de ar condicionado etc.;

- Remover papéis e canetas dos quartos;

- Focar na academia de ginástica do hotel, se possível fechando para limpeza várias vezes ao dia e limitando o número de usuários a cada vez;

- Aumentar a frequência de limpeza das áreas comuns;

- Espalhar material de higienização pelo hotel, por exemplo, para permitir que o hóspede limpe o botão do elevador antes de pressioná-lo;

- Usar ao máximo o check-in e o check-out sem contato, através de aplicativos de celular e

- Treinar e proteger com equipamentos adequados a equipe de limpeza do hotel.

CAFÉ

Bufê de café da manhã no Sibara Flat Hotel.

Um problema para os hotéis é o serviço de refeições porque nos bufês é mais difícil oferecer a segurança ideal, a ponto da Organização Mundial de Saúde (OMS)recomendar que, neste momento, sejam desativados.

A OMS recomenda permitir apenas quatro pessoas a cada 10 m2 de salão, o que tornará o serviço mais caro e lento.

A alternativa adotada em alguns hotéis brasileiros, de preparar com antecedência kits de café da manhã para cada hóspede, implica em mais mão de obra e elevação de custos.

BARES E RESTAURANTES

Para se diferenciarem da concorrência os bares, restaurantes e lanchonetes também terão que adotar padrões elevados de proteção contra o covid-19, além dos previstos em decretos governamentais.

Os bufês são evidentemente menos seguros, o que causará problemas a restaurantes baseados neste modelo de operação.

É provável que parte dos clientes fuja dos bufês, procurando opções onde não seja necessário dividir colheres e pegadores com desconhecidos.

Grandes empresas são fortes também por sua eficiência, pois enquanto os menores ainda estão pensando no que fazer elas já adotaram padrões. A administração do McDonalds local mostrou ao Página 3 orientações enviadas pela matriz com instruções que vão desde como lavar as mãos até o envelopamento em filme plástico dos equipamentos de caixa.

A Administração de Drogas e Alimentos (FDA), uma agência do Departamento de Saúde dos Estados Unidos, país que amarga mais de 8 milhões de funcionários de restaurantes demitidos e perdas 80 bilhões de dólares em vendas, emitiu instruções a respeito do assunto que são universais:

- Mantenha os cuidados de higienização pessoal e acompanhamento de saúde dos funcionários;

- Siga as 4 etapas principais para a segurança dos alimentos: Sempre - Limpe, separe, cozinhe e refrigere;

- Lave, enxágue e desinfete as superfícies de contato com alimentos, louças, utensílios, superfícies de preparação de alimentos equipamentos de bebidas após o uso;

- Desinfete frequentemente as superfícies tocadas repetidamente pelos funcionários ou clientes, como maçanetas, puxadores de equipamentos, balcões de check-out e puxadores de carrinhos etc.;

- Limpe e desinfete frequentemente pisos, balcões e outras áreas de acesso às instalações usando desinfetantes eficazes contra covid-19;

- Prepare e use os desinfetantes de acordo com as instruções do rótulo;

- Ao alterar seus procedimentos normais de preparação de alimentos, serviço, funções de entrega ou fazer alterações na equipe, aplique procedimentos garantindo que os alimentos cozidos atinjam as temperaturas internas adequadas antes da manutenção ou resfriamento e os alimentos quentes sejam resfriados rapidamente para uso posterior;

- Verifique as temperaturas dos alimentos sendo refrigerados em geladeiras ou por técnicas de resfriamento rápido, como banhos de gelo e varinhas de resfriamento;

- Minimize o tempo em que os alimentos armazenados, exibidos ou entregues sejam mantidos na zona de perigo (entre 5 ° C e 57 ° C);

- Treine adequadamente os funcionários em novas tarefas ou nas alteradas e que eles apliquem o treinamento de acordo com os procedimentos estabelecidos;

- Ajude os clientes a manter um bom controle de infecção e distanciamento social;

- Interrompa operações, como saladas, buffets e estações de serviço de bebidas que exigem que os clientes usem utensílios ou dispensadores em comum;

- Encontre maneiras de incentivar o espaçamento entre os clientes enquanto estiverem na fila para manutenção ou check-out de acordo com os requisitos estaduais ou locais aplicáveis;

- Desencoraje os clientes de levar animais de estimação - exceto animais de serviço - para as lojas ou áreas de espera;

- Verifique se as máquinas de lavar louça estão operando nas temperaturas de lavagem e enxágüe necessárias e com os detergentes e desinfetantes apropriados e

- Lembre-se de que a água quente pode ser usada no lugar de produtos químicos para higienizar equipamentos e utensílios em máquinas manuais de lavar louça.

MAIS SUGESTÕES



anr.org

Os restaurantes são o segundo maior empregador privado dos Estados Unidos e outras sugestões, de quem conhece a operação na prática, foram feitas por Toby W. Malbec, diretor administrativo da ConStrata Technology Consulting, especializada em serviços alimentícios, de hospitalidade e de varejo:

- Limpar o cartão de crédito antes de entregar a um funcionário e limpar após a devolução;

- Limpar os terminais de caixa entre transações ou quando um funcionário diferente o utiliza;

- Disponibilizar regularmente desinfetante para as mãos aos clientes;

- Higienizar as bandejas antes de entregá-las ao cliente;

- Colocar itens como guardanapos e condimentos atrás do balcão e só fornecer quando os clientes os solicitem;

- Adotar maior espaçamento entre as mesas e/ou dividir salas maiores em seções menores;

- Dar maior acesso e visibilidade aos produtos de toalete e desinfetantes nas mesas e nas área de circulação;

- Usar talheres, copos e pratos higienizados nas mesas -ou levá-los para a mesa higienizados e embalados;

- Remover os saleiros e pimenteiros e fornecê-los em sachês ou sob demanda;

- Os funcionários devem ficar atrás dos balcões em restaurantes que oferecem buffets;

- Cobrir os pratos usados ao serem removidos das mesas;

- Oferecer a possibilidade de pagar com cartão de crédito na mesa;

- Oferecer recibos eletrônicos em vez de papel e

- Oferecer menu digital em vez de menus de papel.

COMO É FEITO NO HOSPITAL

O hospital da Unimed Litoral, em Balneário Camboriú, usa para desinfecção os produtos mais modernos disponíveis no mercado e eles não são mais caros do que os disponíveis no mercado.

Para desinfecção de superfícies está sendo utilizado o Desinfetante Hospitalar Flex 5A Scotch-Brite da 3M (quaternário de amônia). O produto, poderoso contra fungos, bactérias e vírus, é usado em todas as áreas, inclusive as cirúrgicas.

O Flex 5A também é usado, em conjunto com peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para limpeza dos banheiros. Nos pisos é utilizado um detergente neutro da 3M.

Mario Fernando Silva, Diretor de Serviços Próprios do hospital, explica que a limpeza é feita “do limpo mais para o mais sujo”, de cima para baixo, aplicando o produto com pano branco, sem necessidade de secagem ou enxágue.

O custo do Desinfetante Hospitalar Flex 5A Scotch-Brite da 3M, com 5 litros, é R$ 223,00, mas o produto diluído rende 200 litros o que resulta no custo de R$ 1,11 por litro.

Dessa forma, um produto de nível hospitalar, custa 1/10 do valor do álcool 70% que muitas pessoas e empresas estão usando para higienização, talvez por desconhecimento de que existem opções mais econômicas e eficazes.


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Página 3
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Restaurantes e hotéis terão que adotar novos padrões de higienização para serem competitivos

Redes hoteleiras estão adotando higienização de nível hospitalar com produtos mais baratos do que álcool

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Terça, 28/4/2020 8:51.

(Waldemar Cezar Neto/JP3) - O setor de turismo de Balneário Camboriú terá que se adaptar aos tempos do novo coronavírus, adotando higienização de nível hospitalar, se quiser se manter competitivo num mercado que sofrerá fortes mudanças enquanto não houver vacina ou remédio eficaz para covid-19.

Diante de uma doença altamente contagiosa, que até esta quarta-feira (29) produziu mais de 3 milhões de infectados e matou 218 mil, as pessoas estão com medo de ficar doentes e farão turismo no receptivo que lhes inspirar mais confiança.

As inicativas até o momento são individuais, a administração do munícípio que poderia pilotar o movimento para elevar metas de higienização está acostumada a agir como polícia, como fiscal, tem dificuldade de liderar iniciativas de fortalecimento da economia.

As grandes redes hoteleiras internacionais já buscaram esses padrões de higiene que exigem mais mão de obra e usam produtos de limpeza diferenciados, com preços acessíveis.

“Na semana passada participei de um call com o presidente da Accor, Patrick Mendes, que é a segunda maior operadora de hotéis do mundo, quando foi tratado deste assunto... teremos que praticar procedimentos básicos já adotados e aprimorados para que os apartamentos se mantenham com higienização de um padrão hospitalar. Com isto, a hotelaria terá este custo acrescido e teremos que nos adequar”, disse ao Página 3, nesta segunda-feira (27), o hoteleiro e presidente do Sindisol, Isaac Pires.

A Accor é gestora de 40 bandeiras, entre elas Mercure e Ibis, existentes em Balneário Camboriú e Itajaí.

Funcionário pulverizando com produto de nível hospitar um quarto de hotel da rede Marriott.

Os hotéis possuem grande quantidade de potenciais focos de infecção por covid-19, que vão do botão do elevador às cadeiras da piscina. A correta e constante higienização passa a ser argumento de venda, um enorme diferencial entre quem faz e quem não faz.

Dizer que faz higienização de alto nível talvez não seja suficiente para consumidores assustados com a pandemia viral, será necessário provar, demonstrar ostensivamente nos quartos, corredores e salões os padrões de excelência em higiene.

A rede Hilton, com mais de 6.000 estabelecimentos no mundo, lançou o programa Hilton CleanStay (estadia limpa) que prevê a adoção de práticas que podem ser válidas para qualquer hotel, confira:

- Colocar um selo na porta para indicar ao hóspede que o quarto não foi acessado desde a higienização;

- Priorizar a limpeza de interruptores de luz, maçanetas, controles remotos de TV, de ar condicionado etc.;

- Remover papéis e canetas dos quartos;

- Focar na academia de ginástica do hotel, se possível fechando para limpeza várias vezes ao dia e limitando o número de usuários a cada vez;

- Aumentar a frequência de limpeza das áreas comuns;

- Espalhar material de higienização pelo hotel, por exemplo, para permitir que o hóspede limpe o botão do elevador antes de pressioná-lo;

- Usar ao máximo o check-in e o check-out sem contato, através de aplicativos de celular e

- Treinar e proteger com equipamentos adequados a equipe de limpeza do hotel.

CAFÉ

Bufê de café da manhã no Sibara Flat Hotel.

Um problema para os hotéis é o serviço de refeições porque nos bufês é mais difícil oferecer a segurança ideal, a ponto da Organização Mundial de Saúde (OMS)recomendar que, neste momento, sejam desativados.

A OMS recomenda permitir apenas quatro pessoas a cada 10 m2 de salão, o que tornará o serviço mais caro e lento.

A alternativa adotada em alguns hotéis brasileiros, de preparar com antecedência kits de café da manhã para cada hóspede, implica em mais mão de obra e elevação de custos.

BARES E RESTAURANTES

Para se diferenciarem da concorrência os bares, restaurantes e lanchonetes também terão que adotar padrões elevados de proteção contra o covid-19, além dos previstos em decretos governamentais.

Os bufês são evidentemente menos seguros, o que causará problemas a restaurantes baseados neste modelo de operação.

É provável que parte dos clientes fuja dos bufês, procurando opções onde não seja necessário dividir colheres e pegadores com desconhecidos.

Grandes empresas são fortes também por sua eficiência, pois enquanto os menores ainda estão pensando no que fazer elas já adotaram padrões. A administração do McDonalds local mostrou ao Página 3 orientações enviadas pela matriz com instruções que vão desde como lavar as mãos até o envelopamento em filme plástico dos equipamentos de caixa.

A Administração de Drogas e Alimentos (FDA), uma agência do Departamento de Saúde dos Estados Unidos, país que amarga mais de 8 milhões de funcionários de restaurantes demitidos e perdas 80 bilhões de dólares em vendas, emitiu instruções a respeito do assunto que são universais:

- Mantenha os cuidados de higienização pessoal e acompanhamento de saúde dos funcionários;

- Siga as 4 etapas principais para a segurança dos alimentos: Sempre - Limpe, separe, cozinhe e refrigere;

- Lave, enxágue e desinfete as superfícies de contato com alimentos, louças, utensílios, superfícies de preparação de alimentos equipamentos de bebidas após o uso;

- Desinfete frequentemente as superfícies tocadas repetidamente pelos funcionários ou clientes, como maçanetas, puxadores de equipamentos, balcões de check-out e puxadores de carrinhos etc.;

- Limpe e desinfete frequentemente pisos, balcões e outras áreas de acesso às instalações usando desinfetantes eficazes contra covid-19;

- Prepare e use os desinfetantes de acordo com as instruções do rótulo;

- Ao alterar seus procedimentos normais de preparação de alimentos, serviço, funções de entrega ou fazer alterações na equipe, aplique procedimentos garantindo que os alimentos cozidos atinjam as temperaturas internas adequadas antes da manutenção ou resfriamento e os alimentos quentes sejam resfriados rapidamente para uso posterior;

- Verifique as temperaturas dos alimentos sendo refrigerados em geladeiras ou por técnicas de resfriamento rápido, como banhos de gelo e varinhas de resfriamento;

- Minimize o tempo em que os alimentos armazenados, exibidos ou entregues sejam mantidos na zona de perigo (entre 5 ° C e 57 ° C);

- Treine adequadamente os funcionários em novas tarefas ou nas alteradas e que eles apliquem o treinamento de acordo com os procedimentos estabelecidos;

- Ajude os clientes a manter um bom controle de infecção e distanciamento social;

- Interrompa operações, como saladas, buffets e estações de serviço de bebidas que exigem que os clientes usem utensílios ou dispensadores em comum;

- Encontre maneiras de incentivar o espaçamento entre os clientes enquanto estiverem na fila para manutenção ou check-out de acordo com os requisitos estaduais ou locais aplicáveis;

- Desencoraje os clientes de levar animais de estimação - exceto animais de serviço - para as lojas ou áreas de espera;

- Verifique se as máquinas de lavar louça estão operando nas temperaturas de lavagem e enxágüe necessárias e com os detergentes e desinfetantes apropriados e

- Lembre-se de que a água quente pode ser usada no lugar de produtos químicos para higienizar equipamentos e utensílios em máquinas manuais de lavar louça.

MAIS SUGESTÕES



anr.org

Os restaurantes são o segundo maior empregador privado dos Estados Unidos e outras sugestões, de quem conhece a operação na prática, foram feitas por Toby W. Malbec, diretor administrativo da ConStrata Technology Consulting, especializada em serviços alimentícios, de hospitalidade e de varejo:

- Limpar o cartão de crédito antes de entregar a um funcionário e limpar após a devolução;

- Limpar os terminais de caixa entre transações ou quando um funcionário diferente o utiliza;

- Disponibilizar regularmente desinfetante para as mãos aos clientes;

- Higienizar as bandejas antes de entregá-las ao cliente;

- Colocar itens como guardanapos e condimentos atrás do balcão e só fornecer quando os clientes os solicitem;

- Adotar maior espaçamento entre as mesas e/ou dividir salas maiores em seções menores;

- Dar maior acesso e visibilidade aos produtos de toalete e desinfetantes nas mesas e nas área de circulação;

- Usar talheres, copos e pratos higienizados nas mesas -ou levá-los para a mesa higienizados e embalados;

- Remover os saleiros e pimenteiros e fornecê-los em sachês ou sob demanda;

- Os funcionários devem ficar atrás dos balcões em restaurantes que oferecem buffets;

- Cobrir os pratos usados ao serem removidos das mesas;

- Oferecer a possibilidade de pagar com cartão de crédito na mesa;

- Oferecer recibos eletrônicos em vez de papel e

- Oferecer menu digital em vez de menus de papel.

COMO É FEITO NO HOSPITAL

O hospital da Unimed Litoral, em Balneário Camboriú, usa para desinfecção os produtos mais modernos disponíveis no mercado e eles não são mais caros do que os disponíveis no mercado.

Para desinfecção de superfícies está sendo utilizado o Desinfetante Hospitalar Flex 5A Scotch-Brite da 3M (quaternário de amônia). O produto, poderoso contra fungos, bactérias e vírus, é usado em todas as áreas, inclusive as cirúrgicas.

O Flex 5A também é usado, em conjunto com peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para limpeza dos banheiros. Nos pisos é utilizado um detergente neutro da 3M.

Mario Fernando Silva, Diretor de Serviços Próprios do hospital, explica que a limpeza é feita “do limpo mais para o mais sujo”, de cima para baixo, aplicando o produto com pano branco, sem necessidade de secagem ou enxágue.

O custo do Desinfetante Hospitalar Flex 5A Scotch-Brite da 3M, com 5 litros, é R$ 223,00, mas o produto diluído rende 200 litros o que resulta no custo de R$ 1,11 por litro.

Dessa forma, um produto de nível hospitalar, custa 1/10 do valor do álcool 70% que muitas pessoas e empresas estão usando para higienização, talvez por desconhecimento de que existem opções mais econômicas e eficazes.


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