Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Variedades
Vinho: especialista dá dicas para aproveitar a bebida do inverno

Ele fala sobre preços, tipos e enfatiza que para beber, basta gostar

Quarta, 19/7/2017 14:49.

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O inverno é uma estação que pede opções mais aconchegantes na hora do lazer e o vinho acaba sendo uma das bebidas preferidas.

O especialista em vinhos e colunista do Página 3 Online, Carlos Mayer explica que o inverno é a estação em que mais se vende vinho e isso acontece por vários fatores.

As pessoas que estão habituadas a tomarem vinho costumam manter isso por todas as estações, apenas mudando os tipos de vinho, mais leves quando é mais quente e mais encorpados quando faz frio.

Segundo Carlos o que incrementa as vendas nesta época é justamente o público que é adepto de outras bebidas, como a cerveja. Esse frio de começo de inverno também “chama” os consumidores gerando um boom inicial na estação.

Tipos de vinho

Na hora de falar do consumo, Mayer destaca que existem dois tipos de vinho: os finos (feitos com uvas especiais como malbec, tannat e cabernet) e os de mesa (que são feitos com uvas comuns, que podem ser encontrados em garrafões). É justamente esse segundo tipo que mais alavanca as vendas no inverno.

Carlos lembra que é preciso entender o cliente. Há os que estão começando - e geralmente partem pelos vinhos de mesa, e há os que já bebem vinhos finos com mais frequência. Esse público costuma ir atrás de novidades e busca experiências.

Menos preconceito

Carlos enfatiza que o importante é não ter preconceito. O Brasil é uma nação nova no mercado de vinhos. A produção começou a se destacar há cerca de 20 anos, então é compreensível como a ideia que o vinho seja uma bebida elitizada.

“Consome-se pouco porque tem a ideia que o vinho é caro, é chique, muitos não bebem porque acham que não entendem de vinho. Eu brigo contra isso, porque não precisa entender, precisa gostar”.

Para Mayer, o mercado paga um preço alto por uma elitização que ele mesmo criou.

“Os preços eram mais altos e nem todo mundo tinha como consumir, as primeiras pessoas que escreveram sobre vinhos de uma forma geral eram médicos e advogados, que tinham poder aquisitivo um pouco maior”, exemplificou.

Só que isso vem mudando bastante tanto que temos lojas especializadas e supermercados com gôndolas cada vez maiores e até profissionais para orientar o consumidor. “Hoje a gente consegue ver que até R$ 30, R$ 40, se tem muito vinho de grande qualidade, vinhos corretos, sem defeitos, que dá para consumir no dia a dia”, afirma.

São os importados que ainda dominam as prateleiras, justamente porque a produção em outros países é muito maior. Mas o Brasil - e especialmente a região sul - vem se destacando na produção e até na conquista de medalhas.

“Importante incentivar o consumo de bebidas legais, porque temos muita falsificação. Lembrar também que o vinho é amigo de pessoas moderadas, não é uma bebida que precisa beber muito”, aconselha.

Para quem está aberto a conhecer ou se aprofundar no mundo dos vinhos, a Casa Mayer, que completa 23 anos em agosto, realiza cursos rápidos com degustação para grupos.Os preços variam conforme o número de pessoas e tipos de vinho. São apresentados vinhos de tipos e faixas diferentes de preços, para que o público perceba as diferenças e tire dúvidas.

A Casa Mayer fica naMarginal Oeste, 355. Vila Real. Para saber mais clique aqui.


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Página 3

Vinho: especialista dá dicas para aproveitar a bebida do inverno

Ele fala sobre preços, tipos e enfatiza que para beber, basta gostar

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Quarta, 19/7/2017 14:49.

O inverno é uma estação que pede opções mais aconchegantes na hora do lazer e o vinho acaba sendo uma das bebidas preferidas.

O especialista em vinhos e colunista do Página 3 Online, Carlos Mayer explica que o inverno é a estação em que mais se vende vinho e isso acontece por vários fatores.

As pessoas que estão habituadas a tomarem vinho costumam manter isso por todas as estações, apenas mudando os tipos de vinho, mais leves quando é mais quente e mais encorpados quando faz frio.

Segundo Carlos o que incrementa as vendas nesta época é justamente o público que é adepto de outras bebidas, como a cerveja. Esse frio de começo de inverno também “chama” os consumidores gerando um boom inicial na estação.

Tipos de vinho

Na hora de falar do consumo, Mayer destaca que existem dois tipos de vinho: os finos (feitos com uvas especiais como malbec, tannat e cabernet) e os de mesa (que são feitos com uvas comuns, que podem ser encontrados em garrafões). É justamente esse segundo tipo que mais alavanca as vendas no inverno.

Carlos lembra que é preciso entender o cliente. Há os que estão começando - e geralmente partem pelos vinhos de mesa, e há os que já bebem vinhos finos com mais frequência. Esse público costuma ir atrás de novidades e busca experiências.

Menos preconceito

Carlos enfatiza que o importante é não ter preconceito. O Brasil é uma nação nova no mercado de vinhos. A produção começou a se destacar há cerca de 20 anos, então é compreensível como a ideia que o vinho seja uma bebida elitizada.

“Consome-se pouco porque tem a ideia que o vinho é caro, é chique, muitos não bebem porque acham que não entendem de vinho. Eu brigo contra isso, porque não precisa entender, precisa gostar”.

Para Mayer, o mercado paga um preço alto por uma elitização que ele mesmo criou.

“Os preços eram mais altos e nem todo mundo tinha como consumir, as primeiras pessoas que escreveram sobre vinhos de uma forma geral eram médicos e advogados, que tinham poder aquisitivo um pouco maior”, exemplificou.

Só que isso vem mudando bastante tanto que temos lojas especializadas e supermercados com gôndolas cada vez maiores e até profissionais para orientar o consumidor. “Hoje a gente consegue ver que até R$ 30, R$ 40, se tem muito vinho de grande qualidade, vinhos corretos, sem defeitos, que dá para consumir no dia a dia”, afirma.

São os importados que ainda dominam as prateleiras, justamente porque a produção em outros países é muito maior. Mas o Brasil - e especialmente a região sul - vem se destacando na produção e até na conquista de medalhas.

“Importante incentivar o consumo de bebidas legais, porque temos muita falsificação. Lembrar também que o vinho é amigo de pessoas moderadas, não é uma bebida que precisa beber muito”, aconselha.

Para quem está aberto a conhecer ou se aprofundar no mundo dos vinhos, a Casa Mayer, que completa 23 anos em agosto, realiza cursos rápidos com degustação para grupos.Os preços variam conforme o número de pessoas e tipos de vinho. São apresentados vinhos de tipos e faixas diferentes de preços, para que o público perceba as diferenças e tire dúvidas.

A Casa Mayer fica naMarginal Oeste, 355. Vila Real. Para saber mais clique aqui.


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