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Jurados do MasterChef dizem não temer desgaste da atração

Segunda, 10/12/2018 17:23.

LEONARDO VOLPATO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A final da terceira edição do MasterChef Profissionais, na Band, entre Rafael Gomes e Willian Peters, chega ao fim na noite desta terça-feira (11) com média de ibope de 4 pontos. A audiência, em comparação com os anos anteriores, vem caindo, já que as duas outras temporadas deram 6,8 e 4,9 pontos. Até mesmo as edições amadoras tiveram maior ibope, com números superiores aos 4,8 pontos. Porém, o formato segue sendo rentável para a emissora e se torna, a cada ano, o carro-chefe da casa.

Quem está feliz da vida com o sucesso do programa são os jurados da atração: Paola Carosella, Erick Jacquin e Henrique Fogaça. Para Jacquin, a atração segue surpreendendo os fãs.

"O MasterChef é um projeto muito especial para mim. Sou muito feliz de participar dele. Mudou minha vida e ver esse retorno no carinho que recebo dos fãs, nas histórias que me contam de que toda terça-feira a família está na frente da TV, junta, é algo muito importante. Não tenho medo de desgastar [o formato] porque o programa se renova a cada edição. Cada temporada tem histórias de vida, experiências e provas diferentes", opina.

Para Fogaça, o MasterChef significa um salto na carreira dele. "É uma responsabilidade nacional e internacional, mostrar a gastronomia brasileira. Damos uma disseminada nessa profissão que é tão bonita. Quanto ao desgaste, não sei, parece que cada vez ele cativa mais gente. Tudo tem inicio, meio e fim, mas o Master está com vida boa ainda."

De acordo com eles, qualquer um dos dois finalistas têm chance de vencer o reality. O prêmio é de R$ 200 mil. "Os dois são muito competentes. O Rafael tem dois restaurantes, e o Willian não, mas ambos têm nível para competir", destaca Fogaça.

Jacquin tem opinião semelhante. "Qualquer um pode ganhar. Quando você cozinha, você pode errar a qualquer momento, pode acontecer qualquer coisa. Mas qualquer um tem o poder de vencer."

Depois de tanto tempo à frente do projeto, os dois conseguem traçar a evolução que ele teve, desde 2014, quando começou na Band. "Todos os programas são muito diferentes, cada um tem uma característica e situações muito especiais. Não tem nenhum programa igual ao outro e esse acho que é um dos segredos de sucesso. A diversidade deixou o programa ainda mais interessante", avalia o cozinheiro francês.

Se depender dos jurados, a atração da Band terá vida longa. Eles adoram tirar fotos e se divertir com os fãs. "Recebo o carinho dos fãs na rua, nas redes sociais. Onde vou as pessoas querem me abraçar, pedem foto com biquinho, perguntam dos meus bebês [gêmeos que a mulher espera]. É um carinho muito especial e eu gosto de atender cada fã", finaliza Jacquin.

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Jurados do MasterChef dizem não temer desgaste da atração

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Segunda, 10/12/2018 17:23.

LEONARDO VOLPATO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A final da terceira edição do MasterChef Profissionais, na Band, entre Rafael Gomes e Willian Peters, chega ao fim na noite desta terça-feira (11) com média de ibope de 4 pontos. A audiência, em comparação com os anos anteriores, vem caindo, já que as duas outras temporadas deram 6,8 e 4,9 pontos. Até mesmo as edições amadoras tiveram maior ibope, com números superiores aos 4,8 pontos. Porém, o formato segue sendo rentável para a emissora e se torna, a cada ano, o carro-chefe da casa.

Quem está feliz da vida com o sucesso do programa são os jurados da atração: Paola Carosella, Erick Jacquin e Henrique Fogaça. Para Jacquin, a atração segue surpreendendo os fãs.

"O MasterChef é um projeto muito especial para mim. Sou muito feliz de participar dele. Mudou minha vida e ver esse retorno no carinho que recebo dos fãs, nas histórias que me contam de que toda terça-feira a família está na frente da TV, junta, é algo muito importante. Não tenho medo de desgastar [o formato] porque o programa se renova a cada edição. Cada temporada tem histórias de vida, experiências e provas diferentes", opina.

Para Fogaça, o MasterChef significa um salto na carreira dele. "É uma responsabilidade nacional e internacional, mostrar a gastronomia brasileira. Damos uma disseminada nessa profissão que é tão bonita. Quanto ao desgaste, não sei, parece que cada vez ele cativa mais gente. Tudo tem inicio, meio e fim, mas o Master está com vida boa ainda."

De acordo com eles, qualquer um dos dois finalistas têm chance de vencer o reality. O prêmio é de R$ 200 mil. "Os dois são muito competentes. O Rafael tem dois restaurantes, e o Willian não, mas ambos têm nível para competir", destaca Fogaça.

Jacquin tem opinião semelhante. "Qualquer um pode ganhar. Quando você cozinha, você pode errar a qualquer momento, pode acontecer qualquer coisa. Mas qualquer um tem o poder de vencer."

Depois de tanto tempo à frente do projeto, os dois conseguem traçar a evolução que ele teve, desde 2014, quando começou na Band. "Todos os programas são muito diferentes, cada um tem uma característica e situações muito especiais. Não tem nenhum programa igual ao outro e esse acho que é um dos segredos de sucesso. A diversidade deixou o programa ainda mais interessante", avalia o cozinheiro francês.

Se depender dos jurados, a atração da Band terá vida longa. Eles adoram tirar fotos e se divertir com os fãs. "Recebo o carinho dos fãs na rua, nas redes sociais. Onde vou as pessoas querem me abraçar, pedem foto com biquinho, perguntam dos meus bebês [gêmeos que a mulher espera]. É um carinho muito especial e eu gosto de atender cada fã", finaliza Jacquin.

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