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Suécia inaugura museu da comida nojenta
Reprodução.
O queijo Vieux Boulogne.

Sexta, 5/10/2018 13:27.

(FOLHAPRESS) - Um queijo infestado de larvas ou cabeças de coelho apimentadas serão algumas das iguarias encontradas no Disgusting Food Museum (Museu da Comida Nojenta), que será aberto no dia 29 de outubro em Malmo, na Suécia.

Ficarão expostos no espaço, até o próximo dia 27 de janeiro, 80 pratos com aparência e cheiro duvidosos, ao menos para os padrões ocidentais e urbanos, diz Andreas Ahrens, diretor do museu. "O nojo é um instinto que afasta o humano de alimentos supostamente perigosos. É também algo particular: apenas não fomos acostumados a consumir muitos deles."

Entre as comidas e bebidas apresentadas na mostra há o kopi luwak, um café da Indonésia produzido com grãos retirados das fezes de civeta [pequeno mamífero], e o "ovo centenário", conservado durante semanas ou meses em argila e sal antes de ser consumido, na China.

A maior parte dos pratos expostos é verdadeira, para que os visitantes sintam o odor. Haverá ainda um espaço para degustação: no altar dos queijos fedidos, o visitante pode provar o Vieux Boulogne, importado da França, segundo Ahrens.

Para Samuel West, curador da mostra, a ideia é confrontar os costumes e promover uma reflexão sobre o consumo. "A ideia de comer carne criada em laboratório, por exemplo, assusta algumas pessoas. Porém, ao quebrar esse preconceito, poderíamos consumir também fontes de proteína mais sustentáveis", diz.

A entrada inteira para a exposição custa 185 coroas suecas (cerca de R$ 80). 

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Evento é organizado pelo BC Convention e os ingressos estão à venda


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Ainda acontecerão mais quatro escalas


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Suécia inaugura museu da comida nojenta

Reprodução.
O queijo Vieux Boulogne.
O queijo Vieux Boulogne.
Sexta, 5/10/2018 13:27.

(FOLHAPRESS) - Um queijo infestado de larvas ou cabeças de coelho apimentadas serão algumas das iguarias encontradas no Disgusting Food Museum (Museu da Comida Nojenta), que será aberto no dia 29 de outubro em Malmo, na Suécia.

Ficarão expostos no espaço, até o próximo dia 27 de janeiro, 80 pratos com aparência e cheiro duvidosos, ao menos para os padrões ocidentais e urbanos, diz Andreas Ahrens, diretor do museu. "O nojo é um instinto que afasta o humano de alimentos supostamente perigosos. É também algo particular: apenas não fomos acostumados a consumir muitos deles."

Entre as comidas e bebidas apresentadas na mostra há o kopi luwak, um café da Indonésia produzido com grãos retirados das fezes de civeta [pequeno mamífero], e o "ovo centenário", conservado durante semanas ou meses em argila e sal antes de ser consumido, na China.

A maior parte dos pratos expostos é verdadeira, para que os visitantes sintam o odor. Haverá ainda um espaço para degustação: no altar dos queijos fedidos, o visitante pode provar o Vieux Boulogne, importado da França, segundo Ahrens.

Para Samuel West, curador da mostra, a ideia é confrontar os costumes e promover uma reflexão sobre o consumo. "A ideia de comer carne criada em laboratório, por exemplo, assusta algumas pessoas. Porém, ao quebrar esse preconceito, poderíamos consumir também fontes de proteína mais sustentáveis", diz.

A entrada inteira para a exposição custa 185 coroas suecas (cerca de R$ 80). 

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