Polícia prende em Balneário Camboriú dono de logística acusado de tráfico internacional

Página 3 no Instagram
- Publicidade -
- Publicidade -

Leia também

Bombeiros intensificam buscas por jovem de 23 anos desaparecido em Balneário Camboriú

Pertences de José Kaique Martins de Azevedo foram encontrados no Molhe da Barra Sul. Operação nesta sexta-feira conta com embarcações e drone

Fim de semana em BC e região com Festa Farroupilha, Festival House Mag, teatro e mais

O fim de semana em Balneário Camboriú e região é sempre com muitas atrações especiais, incluindo shows, festas e...
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

O dono da CTIL Logística, Cesar Oliveira de Oliveira Junior, foi preso nesta quinta-feira, acusado de tráfico internacional de drogas, no âmbito da Operação Hinterland, deflagrada pela Polícia Federal e Receita Federal, com apoio da Agência da União Europeia para Cooperação Policial e da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai.

O “empresário”, que chegou a vencer a licitação para operar a concessão do Porto de Itajaí, é acusado de integrar uma organização criminosa que atuava nos portos de Itajaí e Rio Grande.

Outras quatro pessoas foram presas na região. Segundo a PF, foram cumpridas 16 ordens de prisão preventiva e 37 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Amazonas, Rondônia e em Assunção, no Paraguai.

Também são executados os sequestros de 87 bens imóveis, 173 veículos, uma aeronave, bloqueios de contas bancárias vinculadas a 147 CPFs e CNPJs, 66 bloqueios de movimentação imobiliária de 66 pessoas físicas e jurídicas e a proibição de expedição de Guia de Trânsito Animal para quatro investigados, totalizando a execução de 534 ordens judiciais.

Com as medidas executadas, a descapitalização da organização criminosa poderá chegar a R$ 3,85 bilhões, valor estimado das transações ilícitas identificadas durante o período da investigação.

- Continue lendo após o anúncio -

A Operação Hinterland iniciou a partir de informações recebidas pela Polícia Federal de que 316kg de cocaína haviam sido apreendidos na cidade de Hamburgo, na Alemanha, em dezembro de 2020, enviados a partir do Porto de Rio Grande.

Em dois anos de investigação, ficou comprovado que a quadrilha movimentou 17 toneladas de drogas que tinham como destino a Europa, sendo que 12 toneladas foram apreendidas.

A investigação indicou que a droga produzida na Bolívia era remetida para o Brasil por um fornecedor paraguaio e ingressava no país por Ponta Porã/MS. Posteriormente, a cocaína era transportada em caminhões até o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, sendo armazenada nas próprias empresas da organização criminosa ou em depósitos próximos aos portos de Rio Grande e Itajaí.

A droga era inserida em cargas regulares com a intervenção e coordenação da alta administração das empresas de logística, sem o conhecimento dos contratantes, proprietários das cargas lícitas (normalmente de insumos que poderiam mascarar a droga quando submetida aos controles alfandegários).

Já no continente europeu, o grupo comprador da droga, furtava a parte da carga regular que continha a cocaína, para distribuição em diversos países da Europa.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas