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Preço dos medicamentos sobe a partir desta segunda-feira (31)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A partir desta segunda-feira (31), os preços dos medicamentos em todo o Brasil ficam até 5,06% mais caros. O teto estabelecido pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) foi divulgado no Diário Oficial da União desta segunda. O percentual é resultado de uma fórmula de cálculo elaborada pela Cmed e corresponde à inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro. O valor serve de referência para as farmacêuticas.

O reajuste será escalonado em três níveis, de acordo com a categoria do medicamento:

– Nível 1: aumento de 5,06%

– Nível 2: aumento de 3,83%

– Nível 3: aumento de 2,60%

O reajuste médio está no menor patamar desde 2018.

A autorização para o reajuste está condicionada à apresentação do Relatório de Comercialização à CMED. As informações desse relatório são tratadas de forma confidencial, mas a sua entrega é obrigatória para todas as empresas que possuem registro de medicamentos no país.

O presidente executivo do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), Nelson Mussolini, diz que o impacto do reajuste pode não ser imediato para o consumidor final. Segundo ele, a concorrência entre farmácias e os estoques ainda disponíveis podem fazer com que o reajuste demore meses para refletir nos preços ao consumidor.

“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preço podem demorar meses ou nem acontecer”, afirma Mussolini. Ele também recomenda que os consumidores pesquisem os valores dos medicamentos em diferentes farmácias e drogarias para encontrar as melhores ofertas.

A legislação exige que as empresas do setor farmacêutico deem ampla publicidade aos novos valores, garantindo que os preços estejam sempre atualizados e visíveis ao consumidor. As farmácias devem manter listas com os preços dos medicamentos, que não podem ultrapassar os valores estipulados pela Cmed.

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Algumas classes de medicamentos, como analgésicos, antitérmicos, antigripais, antialérgicos, antiácidos e descongestionantes nasais isentos de prescrição têm preços liberados.

O percentual de reajuste anual é calculado com base na inflação, da qual é descontada a produtividade da indústria farmacêutica e à qual são somados os custos de produção não captados pelo IPCA, como variação cambial, tarifas de energia elétrica e variação de preços de insumos.

O cálculo considera ainda três faixas de ajuste, de acordo com os níveis de concentração de mercado —do mais competitivo à menor concorrência.

Para quem depende de medicamentos de uso contínuo, a recomendação é pesquisar preços e aproveitar promoções para minimizar o impacto do reajuste. Além disso, programas de desconto oferecidos por laboratórios e farmácias podem ajudar a minimizar o impacto no bolso.

Mussolini afirma que o menor reajuste médio em sete anos “pode impactar negativamente os contínuos e fundamentais investimentos da industria farmacêutica”. O Sindusfarma diz que o setor é o único segmento de bens de consumo da economia brasileira submetido ao controle de preços.

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Segundo o sindicato, a carga tributária embutida no preço dos medicamentos equivale a até 32% do valor final pago pelo consumidor.

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