A via reversa da Avenida do Estado, que a prefeitura vem testando desde 15 de agosto, está sendo utilizada, segundo a BC Trânsito, por 50% dos motoristas que circulam pela região, no trecho entre a Rua Flamingo, no Bairro Ariribá, e a Rua Uganda, no Bairro das Nações. Principalmente pelos motoristas que querem ‘fugir’ do novo trecho da Avenida Martin Luhther.
A ideia era testar por 15 dias, mas o prazo foi ampliado pela prefeitura para uma decisão mais acertada.
Segundo o diretor da BC Trânsito, Beto Castilho, estão ampliando os testes com as demais via afetadas.
“Tem algumas melhoras que temos que fazer na Avenida das Gaivotas e em outras vias. Nós percebemos uma divisão exata entre os veículos que resolveram seguir pela avenida reversa ou os que resolveram subir a Avenida das Gaivotas para acessar a Martin Luther. Nós reparamos que está exatamente a metade, coisa de um percentual a mais ou a menos”, diz.
Beto pontua que percebeu também que acabou a reclamação de alguns motoristas que não conseguiam subir a Avenida das Gaivotas.
“Ou eles foram todos pela avenida reversa, ou não era tudo verdade aquilo que se publicava nos vídeos. Até porque, se o caminhão, por exemplo, chegou na Avenida das Gaivotas, ele veio de Itajaí, então obrigatoriamente ele subiu o Morro Cortado. E se sobe o Morro Cortado, sobe a Gaivotas tranquilamente, que tem quase a metade de aclive”, acrescenta.
Segundo o diretor, a via reversa se mostrou positiva para 50% dos veículos que transitam ali.
“Obviamente que tem alguns pontos que temos que melhorar nela, porque fizemos uma sinalização provisória e muitos motoristas, conforme pode ser visto em diversos vídeos, não obedecem o que diz a sinalização por cones, então o estudo vai se manter até que a gente decida de fato que, se nós optarmos por manter a avenida reversa, nós vamos ter que fazer a sinalização ou a separação dela com uma sinalização um pouco mais eficiente”, completa Beto Castilho.
