Espetáculo “Como Enlouquecer um Homem” será apresentado em Balneário Camboriú na terça-feira

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O Teatro Municipal Bruno Nitz recebe o espetáculo “Como Enlouquecer um Homem”, uma produção que mistura humor, teatro e reflexão sobre o universo feminino, na terça-feira (16), às 20h. 

A entrada é gratuita, mas os ingressos devem ser retirados antecipadamente pelo WhatsApp (47) 99968-8206. No dia da apresentação, os espectadores são convidados a doar um brinquedo, que será destinado ao projeto Solidariedade e Amor.

Humor terapêutico no palco

Definido como um show de humor terapêutico, o espetáculo traz quatro personagens femininas marcantes que, com ironia e leveza, abordam situações do cotidiano das mulheres, relacionamentos e questões sociais.

O roteiro reúne a sexóloga Dra. Zilda, dona do maior talkshow do país; Isabelle, dona de casa por opção que traz à tona traumas da infância; Lunna, que expõe a dependência emocional vivida por muitas mulheres; e Pâmela, que encara as dores do abandono amoroso e a busca por recomeços.

De acordo com a roteirista e diretora Cattiuscia, a proposta é fazer o público rir das próprias tragédias e, ao mesmo tempo, refletir. 

“Sobre o show, a expectativa é que o público, tanto o feminino quanto o masculino, se identifique com as tramas das personagens e possa rir das próprias tragédias, refletindo sobre suas vivências. O show leva o título de humor terapêutico justamente por trazer para a reflexão com humor”, explica.

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Ela reforça que a peça nasceu da necessidade de dar voz às dores femininas. 

“O show nasceu de uma necessidade de dar voz à mulher e às dores do relacionamento. Inicialmente falava apenas das cobranças sociais para que a mulher solteira encontre alguém, mas logo percebemos que falar só da solteira deixava um vazio. Então surgiram as outras personagens, trazendo também a perspectiva da mulher casada, da dependência emocional e da autossuficiente. Falar de dores com mais dor nunca foi a minha intenção, por isso trouxe um roteiro engraçado e envolvente, que nos faz entender que nossa dor é dividida por várias outras pessoas e, especialmente, nos faz rir daquilo que um dia doeu. Impossível ir a este show e não sair transformada”, completa.

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