“Assédio Sexual no Ambiente Religioso: Alerta e Prevenção!”, por Robson Ramos e Carlos ‘Catito’ Grzybowski

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Introdução

O presente artigo tem por objetivo chamar atenção para uma conduta que, ainda que não seja captada pelo radar de pesquisadores sobre a questão, não raramente é detectada em ambientes religiosos: assédio sexual.

Embora não haja dados ou estudos conhecidos sobre a incidência dessa prática no ambiente eclesiástico, abundam os relatos sobre comportamentos dessa natureza, envolvendo líderes religiosos. A falta de estudos a respeito do tema torna qualquer abordagem um tanto prejudicada e, por isso mesmo, pede cuidado, afinal estamos num terreno pantanoso.

Como forma de ilustração e, para que consigamos nos manter dentro do objetivo pretendido, apresentaremos uma situação ocorrida numa determinada comunidade religiosa.

Parte I – Modus Operandi do líder assediador

A visita pastoral era sempre usada como justificativa para visitar mulheres que estavam sozinhas em casa, quando o marido estava trabalhando e os filhos na escola.

Como é comum na rotina de líderes eclesiásticos, era a prática de um determinado líder religioso, casado e do alto dos seus 60 anos de idade, visitar famílias da comunidade durante a semana.

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O que era estranho, no entanto, era o fato dele ter, por hábito, visitar mulheres que se encontravam sozinhas em casa quando os maridos estavam trabalhando.

Numa dessas visitas ele foi bater à porta da casa de uma família bastante integrada às atividades da comunidade. No dia escolhido para a visita, a “irmã” – que também era voluntária em algumas atividades da igreja – de forma ingênua, entendeu que seria normal abrir a porta da casa para aquele gentil senhor. Após conversarem sobre amenidades ele perguntou se ela poderia fazer um cafezinho para ele.

De repente, enquanto estava próxima ao fogão, ela sentiu a aproximação dele, tentando abraçá-la com a intenção de beijá-la. Imediatamente ela o repeliu e mandou que ele se retirasse.

Com medo de contar ao marido o que acontecera, preferiu contar à irmã do líder assediador, o que havia ocorrido. Horrorizada com o que ouviu a irmã do assediador disse a ela que infelizmente o irmão dela já havia saído de outra igreja em razão de problemas dessa natureza. Ou seja, outras pessoas, dentro da estrutura denominacional, tinham conhecimento do comportamento assediador daquele indivíduo, e, pelo o que tudo indica, permitiram que ele seguisse fazendo vítimas.

Diante daquela situação a própria irmã decidiu denunciá-lo ao corpo diaconal da comunidade religiosa. O fogo se alastrou rapidamente. Diante do fuzuê que se criou a Associação de Igrejas delegou a um determinado clérigo, bem mais jovem e com ânsia de crescer no âmbito da instituição que representava, a responsabilidade de fazer a gestão da crise que se instalara.

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Não demorou muito e uma assembleia foi convocada, com todos os membros da igreja e, em especial, as partes envolvidas naquele imbróglio. Naquela altura dos acontecimentos a família toda da mulher que sofreu o assédio, assim como seu marido e filhos já eram também vítimas de uma exposição pública mais do que vergonhosa.

Com o intuito de evitar uma situação ainda mais trágica, a família resolveu se retirar do recinto.

O líder assediador foi destituído da liderança da igreja e mantido na geladeira por uns tempos, retornando às atividades pastorais não muito tempo depois, numa outra localidade. Tendo sido substituído por outra pessoa.

O filho mais velho da vítima do assédio teve que ser contido para impedir que matasse o assediador, tamanha era sua revolta.

Parte 2 – O que é assédio sexual

Assédio sexual (artigo 216-A do Código Penal) é uma conduta que consiste em constranger alguém para obter vantagem sexual. É uma manifestação de poder e intimidação que pode ocorrer em qualquer lugar, sobretudo nas situações nas quais as relações profissionais se desenvolvem.

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Ocorre no ambiente de trabalho e também no âmbito das atividades da igreja, de uma instituição de ensino teológico, acampamento, ou da organização religiosa, envolvendo sobretudo pessoas ocupando posição de liderança, funcionários e/ou voluntários.

Formas e situações mais comuns que sugerem um comportamento assediador:

  • Elogios em excesso pela aparência ou pela roupa usada, o penteado, toques íntimos, passada de mão no corpo da outra pessoa ou qualquer outra manifestação sexual não consentida;
  • Convites para trabalhar até mais tarde e depois oferecer uma “carona” até em casa;

Parte 3 – Fatores emocionais e psicológicos que podem levar alguém a desenvolver esse tipo de conduta

O abuso sexual pode ter várias formas que vão desde situações consideradas como atentado ao pudor até o extremo de estupros[1]. As estatísticas em nosso país são alarmantes. Só na cidade de Curitiba a violência sexual representa 6,2% das notificações dos casos de violência contra crianças e adolescentes[2], considerando que esse tipo de violência é pouco notificado pois enfrenta muitos tabus sociais e pactos de silêncio dentro das famílias. As meninas são as principais vítimas (em geral há uma proporção de 3 para 1 em relação aos meninos), sendo o padrasto o principal agressor (30% dos casos) e outros familiares (tios, primos, etc.) vem em seguida (21,5% dos casos).

O primeiro dado que temos que apontar é que embora não haja dados estatísticos precisos, existe uma forte correlação apontando que pessoas que cometem abuso sexual foram vítimas do mesmo na sua infância/adolescência.

A menção a essa correlação não tem o intuito de legitimar ou desculpar o abusador, desresponsabilizando o mesmo de suas ações e colocando-o no papel de “vítima inocente” reprodutora de um trauma da infância, mesmo porque, o contrário não é verdadeiro, ou seja, nem todas as pessoas que sofreram abuso sexual em sua infância tornam-se abusadores.

Stevenson e Skuse apud Cerveni[3], destacam estudos que defendem que as mães sexualmente abusadas, embora não sejam perpetradoras do abuso, expõem seus filhos a molestamento de seus maridos e companheiros.

Segundo Jarduli e Agostinho[4]:

Quando ocorre o abuso sexual por parte da família, ocorre o rompimento da dinâmica familiar. Há uma inversão de papéis, em que a criança é colocada no lugar de parceiro pseudoigual no relacionamento sexual, confundindo os papéis familiares, descaracterizando a família como local de crescimento, apoio e confiança (p 9).

Furniss[5] aponta alguns aspectos da dinâmica familiar a serem considerados na análise do processo do abuso sexual. Ressalta que nas famílias onde ocorre o abuso sexual da criança, as fronteiras intergeracionais foram rompidas em certas áreas de funcionamento familiar e permanecem intactas em outras. Segundo a autora na família onde ocorre o abuso sexual, o conflito sexual do casal é ignorado e não manejado – pais que não sabem lidar com suas próprias dificuldades sexuais e que estabelecem um ‘pacto de silêncio, que favorece o surgimento de disfunções nessa área.

Esta incapacidade dos pais de lidarem com seus problemas sexuais e o tabu em reconhecer essas tensões gera um contexto que pode manter o abuso sexual da criança por longo tempo na família.

A criança também fica aprisionada no abuso sexual com uma figura parental, por temer retaliações por parte do abusador que a imobiliza continuamente com ameaças físicas ou emocionais. Assim, esses sentimentos mútuos de culpa e medo da punição impedem a revelação de qualquer um deles. De outro lado, a confiança e proximidade com a mãe ou outra figura protetora fica bloqueado devido aos sentimentos de rejeição e culpa e isso impede o reconhecimento do abuso, fazendo com que a criança não obtenha ajuda.

No tocante às famílias em que ocorre o abuso sexual observa-se uma extensa gama de atitudes erotizadas em relação às crianças e em muitos casos, representa uma das únicas formas de contato físico que crianças e vivenciam dentro de casa. Amor, sexo, carinho e humilhação são vividos de forma ambígua, com desrespeito às necessidades e ao desenvolvimento da criança. Cuidado, orientação e proteção, expectativas de papeis a serem cumpridos pelos adultos são trocados por atitudes de posse e invasão ao corpo da criança[6]. (p. 76)

Desta forma a família que deveria ser um espaço de nutrição afetiva, de apoio nos momentos de transição da vida, de estímulos e aconchego, se converte em campo de violência contra seus próprios membros, comprometendo, assim, a função de prover ambiente saudável e seguro para o desenvolvimento das futuras gerações.

Uma criança que é abusada sexualmente tem sua sexualidade despertada muito precocemente, fazendo com que sua perspectiva da sexualidade seja muito imatura, mesclando o prazer biológico com a culpa e a violência (emocional e mesmo física) com que foi iniciada sexualmente.

Desta forma, essa pessoa crescerá com uma visão negativa da sexualidade, desvinculando a mesma de todo o aspecto afetivo e relacional. Para ela, a prática sexual passa a ser visto como algo violento, impositivo e que, embora tenha um potencial muito alto de gerar prazer físico, está desvinculada do afetivo, do relacional e até mesmo do espiritual.

Quando tal pessoa torna-se adulta, ela vai reproduzir nos seus relacionamentos este modelo introjetado da vivência da sexualidade, ou seja, uma vivência violenta, desprovida de afeto e sem necessariamente ser resultado de um relacionamento significativo.

Uma criança abusada interrompe o curso natural de seu desenvolvimento psicossexual, ocorrendo uma espécie de “paralisação” deste desenvolvimento na idade em que sofreu o abuso. Assim sendo, os abusadores seriam pessoas imaturas sexualmente e que, portanto, estariam ainda buscando “parceiros sexuais” a quem pudessem dominar plenamente na relação, a fim de não lhes causar a ansiedade de serem dominados, rememorando os momentos de dor vividos em sua própria história.

Em base destas constatações clínicas podemos nos perguntar: o que fazer quando nos deparamos com uma pessoa com problemas nesta área? Será que o isolamento social, a punição legal, a rejeição, ajudariam a uma pessoa assim a solucionar seus problemas? Outra pergunta mais incisiva: Esta pessoa também é fruto do amor incondicional de Deus? A graça de Deus também alcança pessoas assim perversas que abusam de pessoas em situação de vulnerabilidade?

Parte 4 – Por que inexistem dados sobre a incidência de assédio sexual e de estupro no ambiente religioso?

Como citado acima, o problema do abuso é pouco notificado pois enfrenta muitos tabus sociais e pactos de silêncio. Se isso ocorre na sociedade em geral, muito mais acontece dentro das instituições religiosas pois as mesmas precisam “preservar uma imagem” diante da sociedade.

De uma forma geral as instituições religiosas tem uma função de ajudar na formação ético-moral de um grupo social e isso se dá através da elaboração de códigos morais, ainda que algumas vezes esses códigos nem sempre estão registrados por escrito.

Distintos temas ligados a questões da sexualidade fazem parte desses códigos das instituições religiosas, tais como a vestimenta adequada para os distintos contextos sociais; as teorias acerca dos papéis sexuais – o que compete ou não a cada gênero; como deve ser o comportamento interacional entre pessoas no quesito da sexualidade, etc.

De igual forma os temas gerais da sociedade que tem a ver com a sexualidade tais como: aborto; intimidade sexual entre solteiros; celibato; controle de natalidade e outros similares, recebem forte influência das instituições religiosas em seus códigos e normas de conduta.

Se uma instituição religiosa comete uma falha grave nessa função de controle ético-moral, imediatamente ela precisa encontrar formas de ocultar essa falha, para que a mesma não caia em descrédito diante do grupo no qual está inserida.

Por isso quando ocorrem casos de assédio sexual é comum que haja um esforço orquestrado para abafar os comentários e esconder quaisquer evidências que possam vir a comprometer a idoneidade das pessoas envolvidas e até mesmo da instituição.

Infelizmente tal atitude pode ser perpetuadora do mal, pois, em geral, o assediador é exonerado/expulso da instituição e, se o mesmo não for tratado, poderá repetir a conduta em outra instituição similar ou em outros contextos sociais que desconheçam o histórico do assediador e o acolham na inocência de uma ‘boa ação’!

Nesse contexto é de crucial importância mencionar a Lei 14.811/2024, a qual determina que escolas, ONGs e instituições sociais públicas ou privadas exijam a certidão de antecedentes criminais de todos os seus colaboradores que atuam diretamente com crianças e adolescentes.

Se um sujeito não é denunciado pela prática de assédio numa determinada entidade poderá assumir uma posição de liderança em outra comunidade e repetir os padrões patológicos abusadores contra pessoas em um novo contexto.

Por isso a importância do alerta no sentido de que as instituições religiosas jamais devem confundir a compaixão com o sujeito problema em detrimento do bem estar das outras pessoas da comunidade. Na medida do possível os gestores de uma instituição que porventura vivencie um caso dessa natureza devem encaminhar a pessoa para um tratamento adequado e, também, buscar as medidas legais cabíveis que cerceiem a liberdade do sujeito assediador de continuar causando danos emocionais em outras pessoas.

Parte 5 – Como detectar e prevenir comportamentos assediadores?

Esse é um tema bastante delicado pois não existe um “padrão” de comportamento que indique que uma pessoa possa ser um abusador sexual. Da mesma forma existe o risco de se estabelecerem alguns sinais indicadores e que a partir desses sinais, pessoas leigas e inexperientes iniciem uma ‘caça à bruxas’, tentando identificar um possível abusador.

Entretanto é importante observar as pessoas que têm comportamentos demasiado sensualizados, toques lascivos – abraços que deixam quem os recebe desconfortáveis ou cumprimentos fora dos padrões sociais (por exemplo um ‘beijoqueiro insistente’ que segura o rosto de todos que vai cumprimentar com um beijo e dá beijos delongados), pessoas que insistem em ficar com crianças ou adolescentes em espaços isolados ou escuros da instituição.

Todos esses PODEM SER (não obrigatoriamente são) sinais de dificuldades da pessoa com sua própria sexualidade e eventualmente alguma patologia maior como a tendência a assédio e/ou abuso, principalmente se há a combinação de vários desses fatores.

Reiteramos, entretanto, que é preciso mais que um olhar leigo para o estabelecimento de um diagnóstico tão complexo.

A principal forma de prevenção que a instituição pode ter em relação a pessoas abusadoras é o conhecimento mais profundo da pessoa. Jamais deixar a pessoa ocupar cargos de liderança geral ou de contato direto com crianças e adolescentes sem ter um tempo de caminhada dentro da instituição, mentoreado por outro líder maduro.

Parte 6 – De que forma um Código de Ética no ambiente eclesiástico pode ajudar a coibir este tipo de conduta?

Um Código de Ética, no contexto de uma instituição religiosa, seja ela de que vertente for, é uma ferramenta preventiva necessária para orientar condutas, proteger não apenas os colaboradores, os líderes, assim como inibir comportamentos assediadores, abusivos ou discriminatórios.

Conclusão

Esperamos que a leitura, compartilhamento e debates sobre o presente artigo contribuam não apenas como uma mera conscientização sobre o tema nos ambientes eclesiásticos e religiosos em geral, mas que sejam norteadores de mudanças concretas e no desenvolvimento de mecanismos organizacionais eficazes para que pessoas potencialmente assediadoras busquem ajuda profissional antes que iniciem uma trajetória trágica, a exemplo do pastor assediador apresentado no início do artigo.

Autores

Arquivo Pessoal

Carlos “Catito” Grzybowski – Psicólogo (CRP 08/1117). Especialização em Terapia Familiar pelo Centro de la Família – Quito/Equador; Mestre em Psicologia da Infância e Adolescência – UFPR; Doutor em Linguística Aplicada – UFPR; Autor de vários livros. Sócio-Diretor do Instituto Phileo de Psicologia. Coordenador de cursos de extensão e pós-graduação da Associação Brasileira de Assessoramento e Pastoral da Família – EIRENE do Brasil. Presidente da Fraternidad Internacional de Asesoriamento y Pastoral Familiar – EIRENE Internacional. Criador do personagem infantil Smilingüido. Articulista da Revista Ultimato – seção sobre família. (juntamente com a esposa Dagmar). Reside em Curitiba.

Arquivo  

Robson Ramos – Advogado e mediador em conflitos organizacionais. Mestre em Direito pela UNIVALI/Itajaí. Ex-Assessor da Aliança Bíblica Universitária (ABU) e ex-Diretor Nacional da Sociedade Bíblica Internacional, responsável pela publicação da Bíblia NVI, em 2001. Organizador e coautor de A Nova Face da Missão: desafios plurais para um mundo em convulsão (Descoberta Editora, Londrina, 2024); organizador e coautor de Compliance para micro, pequenas e médias empresas (Editora D´Plácido, BH, 2023), e autor de Evangelização no Mercado Pós Moderno (Ultimato, Viçosa, 2003). Casado com Raquel Bavaresco. Reside em Bombinhas.


[1] PELÁEZ MENDOZA J, JUNCAL HV. Abuso sexual en niñas y adolescentes: experiencias de 10 años. Rev Cubana Obstet Ginecol. 2009 Mar; 35(1):1-13

[2] OLIVEIRA VLA. A violência doméstica contra crianças e adolescentes no Município de Curitiba [dissertação]. São Paulo (SP): Universidade de São Paulo. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública; 2006.

[3] CERVENI, Ceneide Maria de Oliveira. O livro do Genograma. 1 ed. São Paulo: Roca, 2014. (Genograma no Estudo da Violência – Claúdia Aparecida Cantelmo e Liana Fortunato Costa

[4] JARDULI, Alessandra de Souza Mendes, AGOSTINHO, Tiago, Crianças abusadas sexualmente: Relações familiares e suas implicações psicopatológicas. Monografia apresentada à Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, como exigência para a obtenção do título de especialista em Transtornos e Patologias Psíquicas, Faculdade de Ciências Da Saúde De São Paulo,, Centro de Ensino Superior de Homeopatia Ibehe, São Paulo, 2010

[5] FURNISS, Tilman. Abuso Sexual da Criança: Uma abordagem multidisciplinar. Trad. Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: 2 ed. Artes Médicas, 2002.

[6] FERRARI, D. C. A.; VECINA, T. C. C., O fim do silêncio na violência familiar: teoria e prática. São Paulo: Agora, 2002


[1] PELÁEZ MENDOZA J, JUNCAL HV. Abuso sexual en niñas y adolescentes: experiencias de 10 años. Rev Cubana Obstet Ginecol. 2009 Mar; 35(1):1-13

[2] OLIVEIRA VLA. A violência doméstica contra crianças e adolescentes no Município de Curitiba [dissertação]. São Paulo (SP): Universidade de São Paulo. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública; 2006.

[3] CERVENI, Ceneide Maria de Oliveira. O livro do Genograma. 1 ed. São Paulo: Roca, 2014. (Genograma no Estudo da Violência – Claúdia Aparecida Cantelmo e Liana Fortunato Costa

[4] JARDULI, Alessandra de Souza Mendes, AGOSTINHO, Tiago, Crianças abusadas sexualmente: Relações familiares e suas implicações psicopatológicas. Monografia apresentada à Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, como exigência para a obtenção do título de especialista em Transtornos e Patologias Psíquicas, Faculdade de Ciências Da Saúde De São Paulo,, Centro de Ensino Superior de Homeopatia Ibehe, São Paulo, 2010

[5] FURNISS, Tilman. Abuso Sexual da Criança: Uma abordagem multidisciplinar. Trad. Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: 2 ed. Artes Médicas, 2002.

[6] FERRARI, D. C. A.; VECINA, T. C. C., O fim do silêncio na violência familiar: teoria e prática. São Paulo: Agora, 2002

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