Comentarista esportivo por IA tem precisão e não é chato

Waldemar Cezar Neto
O autor é jornalista
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No domingo passado o piloto brasileiro Lucas Di Grassi venceu o eP de Xangai (o mesmo que GP, mas com carros elétricos), largando em penúltimo, com um carro que é uma carroça (Lola com motor Yamaha), mas o que mais me chamou atenção foi o “comentarista” da prova, uma inteligência artificial (Google Gemini) que ia soltando informações interessantes e precisas. Por exemplo: “Felipe Drugovich gastou X% de energia para superar X adversários, minha previsão é que ele chegue na quarta colocação”.

Bem diferente da chatice dos comentaristas de futebol que em época de Copa do Mundo entram no cio.

Ah, sim, o brasileiro Drugovich chegou em quarto.

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