Arrancadão de Canoas de Balneário Camboriú mistura confraternização com educação patrimonial

A canoa destaque, Anita, da Praia Central, tem mais de 80 anos

- Publicidade -
- Publicidade -

O segredo mais bem (mal) guardado do governo Ju Pavan

Atualizado: secretária deve deixar o cargo logo após a eleição.

Projeto aprovado na Câmara de Balneário Camboriú gera discussão sobre volta da ‘indústria da multa’

Sistema poderá utilizar veículos com câmeras para fiscalizar estacionamento, mas forma de implantação ainda será definida, afirma Evaldo Hoffmann

Após reclamações sobre gestão do CEM Vereador Santa, Educação diz que apura relatos e anuncia gabinete na escola

Pais, mães e professores procuraram o Página 3 após reportagem sobre problemas estruturais. A partir de segunda-feira (28), comunidade poderá apresentar demandas diretamente a diretores da Secretaria de Educação

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

O mau tempo atrapalhou, mas não impediu a realização da quarta edição do Arrancadão de Canoas, no domingo (7), com largada na Barra Sul e chegada na Praia Central.

Anita, a mais bonita (Lilian Martins)

Dezenas de canoas participaram da celebração do encerramento da atividade pesqueira (Festa do Pescador), que movimentou a Barra no início de julho. 

Balneário Camboriú esteve representada no arrancadão por vários exemplares: ‘Anita’, da Praia Central, que foi a canoa destaque,  ‘Gatinha’ da Praia do Pinho, ‘Loura’ da Praia de Taquaras, ‘Selma’ e ‘Espada’da Praia Central, Nei da Zita de Taquarinhas e Yara de Laranjeiras. 

A vencedora do Arrancadão foi ‘Nativa’, de Itapema. 

Nativa, a campeã do Arrancadão (Lilian Martins)
Dato de Itapema foi vice do Arrancadão (Lilian Martins)

Herança cultural

Mais do que o aspecto competitivo, o arrancadão é também uma forma de educação patrimonial da comunidade. Uma tradição conservada que hoje contrasta com o desenvolvimento e o avanço da construção civil, por exemplo.

- Continue lendo após o anúncio -
Gatinha, da praia do Pinho (Lilian Martins)

A diretora de Artes da Fundação Cultural de Balneário Camboriú, Lilian Martins considerou o evento uma oportunidade de mostrar esse registro do passado que ainda se mantém em algumas praias.

“Não só para entender o que é a pesca, mas também para mostrar a beleza destas canoas, algo que tem tido uma resistência, mas é extremamente raro. Algumas destas canoas tem mais de 100 anos. A Anita tem cerca de 80 anos e hoje não se vê mais garapuvu com essa dimensão para esculpir uma canoa como essa. São exemplares muito raros e Balneário Camboriú é agraciada com uma quantidade significativa de exemplares de carpintaria naval”, afirmou.

Taquaras tem atualmente sete canoas de um pau só, o que Lilian considera um fato inusitado e surpreendente.

“Balneário Camboriú é conhecida por essa inovação, modernidade na construção civil e ainda temos exemplares tão significativos de canoas de um pau só, que são uma uma herança indigena ancestral combinada a uma necessidade das comunidades de base cultural luso açorianas que chegaram ao Brasil com vários desafios para se sustentar numa terra nova, tão diversa dos mares de Portugal e dos Açores. São canoas que têm resistido trazendo essa herança da diversidade cultural que é muito evidente aqui como em todo o litoral sul.”

Campeões

Arrancadão de Canoas

  • 1º lugar: Nativa
  • 2º lugar: Dato
  • 3º lugar: Sepultura

Canoa destaque

  • 1º lugar: Anita
  • 2º lugar: Netinha 
  • 3º lugar: Nativa

Tarrafa

- Continue lendo após o anúncio -
  • 1º lugar: Guarda do Embaú
  • 2º lugar: Palmas 
  • 3º lugar: Campeche

Pescador mais velho

  • Dato, 87 anos – Rancho Dato

Pescador mais novo

  • Bernardo, 4 anos – Pinho
- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas