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Balneário Camboriú

Fiscalização fechou diversos estabelecimentos no final de semana em Balneário

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A Fiscalização e a Vigilância Sanitária fecharam diversos estabelecimentos ao longo do final de semana em Balneário Camboriú, inclusive uma festa rave que acontecia no paintball que fica dentro do complexo Speedway Music Park. O ex-vereador, Leonardo Martins Machado, o Piruka, estava em um dos pontos fiscalizados e opinou sobre a situação. Confira tudo abaixo.

Estabelecimentos interditados e festas encerradas

O Página 3 recebeu a informação que seis estabelecimentos foram fechados: o Tribus Bar (na Praia dos Amores), a Rech Lounge e Conveniência (Bairro dos Municípios), a Vico Conveniência (Rua 3.700), a Conveniência Pico (na Quarta Avenida, esquina com a Rua 2.870) – que é reincidente e havia sido interditado no início do mês, o Boteco do Peterson e Canhoto (localizado dentro do complexo Speedway Music Park, no Bairro Nova Esperança), e o Degran (localizado na Barra Sul e que abriu há cerca de dois meses). 

Quatro festas foram denunciadas e três delas foram encerradas, sendo duas na região das praias e uma na Barra Sul, e a quarta ocorria no paintball que fica dentro do complexo Speedway Music Park, esta última foi interditada. 

A Fiscalização

O diretor da Fiscalização de Posturas, Wagner Basso explicou que fiscalizaram cerca de 25 estabelecimentos, fora as denúncias atendidas. Ele citou a festa que ocorria no paintball do Speedway, descrita como uma ‘rave’, onde estariam cerca de 50 pessoas. 

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“E o espaço comportava 20 ou 30 no máximo. Foi a única festa irregular, das quatro que atendemos, que tivemos que multar. As outras conseguimos encerrar. Eventos sociais, como casamentos e aniversários estão permitidos, mas dependem da conscientização do público. Um dos que flagramos no final de semana se configurava em perturbação do sossego alheio, porque estava com um som bastante alto”, salienta.

Sobre as interdições, Wagner disse que entendem que a cidade não pode parar, mas que a pandemia continua e que os bares e conveniências precisam trabalhar de forma que não prejudiquem a saúde pública.

“Se fechamos, não é por falta de aviso. Todos os interditados passaram dos limites. Se vamos duas, três vezes, orientamos e intimamos e não tem solução, precisamos interditar. Algumas pessoas debocham, outras são grossas, por isso é tão importante o suporte da Guarda Municipal e das polícias Civil e Militar, através do comitê de crise”, comenta.

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Há duas casas noturnas famosas na cidade, a Shed e o La Belle, que seguem interditadas. O jornal foi informado que o La Belle estaria entrando com uma ação judicial para derrubar a interdição feita pela Justiça, na qual eles teriam que pagar R$ 300 mil para reabrir. A Shed também teria entrado com um pedido para a Vigilância Sanitária, mas a ‘desinterdição’ não depende mais do governo municipal, e sim da Justiça.

Ex-vereador estava em um dos locais interditados

Populares presenciaram e denunciaram que o ex-vereador Leonardo Martins Machado, o Piruka, estava no Boteco do Peterson e Canhoto, localizado dentro do Speedway Music Park, no momento em que ele foi interditado. 

Ao Página 3 Piruka explicou que está participando dos negócios de sua família, dentre eles o escritório de advocacia de seu pai, Álvaro. 

“Este estabelecimento comercial mencionado é cliente do escritório. Quando a fiscalização iniciou a abordagem com truculência eles acionaram o escritório. Como moro mais perto do estabelecimento que o Dr. Álvaro acabei chegando antes. Ao chegar me deparei com garçons chorando por não saberem como iriam pagar suas contas e levarem comida para suas famílias. Ao ouvir um dos garçons falar isto uma fiscal ainda disse assim: ‘eu também não recebi meu salário este mês’. É inadmissível ver a instabilidade jurídica com que bares e restaurantes estão sendo tratados nesta pandemia”, disse.

Apesar de Piruka não estar advogando ainda [ele é bacharel em Direito], ele descreve que a situação como a ocorrida no Boteco é considerada ‘administrativa’, e que ele inclusive estava acompanhado por um contador do escritório. 

“Fomos lá para entender quais eram as alegações da fiscalização. O local tem capacidade para 1.500 pessoas e tinham menos 200”, acrescentou.

O ex-vereador aproveitou para dizer que está acompanhando o desmembramento dos CNPJs das empresas que integram o complexo Speedway Music Park – até o momento todas elas dividem o mesmo, apesar de serem estabelecimentos diferentes, como o kartódromo, o Boteco, o Music Park, uma ‘narguileria’ e o paintball, por exemplo. 

“São diversas operações dentro de um espaço gigante. O grande problema lá é uma área de eventos, onde acontecem festas de funk e raves. Nós assessoramos somente um estabelecimento, que é o Boteco”, pontuou.

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