As estruturas provisórias de quiosques amarelas instaladas na Praia Central de Balneário Camboriú estão chamando atenção de quem passa pela orla e geraram surpresa e comentários nas redes sociais, com muitos moradores achando estranho o visual atual.
Segundo a assessoria da prefeitura, cada quiosque custou cerca de R$ 100 mil, valor custeado integralmente pelos próprios comerciantes, sem ônus ao município.
A administração informou ainda que as estruturas serão plotadas em breve, com artes que trarão imagens e informações explicativas sobre os projetos da orla (como a macrodrenagem, que causou a demolição dos antigos quiosques, e também a reurbanização, que neste momento acontece na Barra Sul) e QR Code que direciona ao site oficial das obras, onde é possível acompanhar atualizações e detalhes técnicos.
Foi informado ainda que a prefeitura está acompanhando as etapas de instalação hidráulica, elétrica e de esgoto, garantindo que o serviço seja feito de forma técnica e segura.

Neste primeiro momento, seis quiosques estão sendo implantados, número que deve aumentar conforme as antigas estruturas forem demolidas pela obra da macrodrenagem, que até o fim deste ano deve avançar até a Rua 1.0001.
A previsão é retomar as frentes de trabalho depois do Carnaval, para chegar até a Rua 2.000. Nesse período também será licitado o trecho sul, que levará a macrodrenagem da Rua 2.000 até a 3.920.
A aquisição e montagem ficaram sob responsabilidade dos proprietários, que definiram o modelo em conjunto com a prefeitura, ‘por ser uma alternativa sustentável, prática e economicamente viável, evitando o desperdício que ocorreria com a construção de novas estruturas fixas em alvenaria’.
Cada quiosque provisório possui o mesmo tamanho dos antigos. As estruturas contarão com dois banheiros acessíveis cada, o que dobrará a oferta de banheiros públicos ao longo da praia. Um deck de madeira também será construído ao redor, para facilitar o acesso tanto aos banheiros quanto ao atendimento.
Pontos de milho e churros provisórios

Além dos quiosques, também já havia sido iniciada a montagem das plataformas de madeira para os pontos de milho e churros. Essas estruturas são mais simples, destinadas aos comerciantes que não utilizam freezers ou equipamentos de grande porte, e serão igualmente removidas ou relocadas conforme o avanço das intervenções. O modelo também foi desenvolvido em conjunto com os próprios comerciantes.

