A prefeitura de Balneário Camboriú vai manter a via reversa da Avenida do Estado por mais 90 dias, enquanto avança com a requalificação viária no Bairro Ariribá.
Nos próximos dias, serão iniciadas as intervenções nas ruas Flamingo, Codorna, Coleirinha e na Avenida das Gaivotas, que receberão nova camada de asfalto e sinalização.
Segundo o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Carlos Humberto Silva, durante essa etapa, a via reversa seguirá ativa.
“A permanência desse sistema é fundamental durante os serviços, que têm previsão de término em cerca de 30 dias, caso as condições climáticas sejam favoráveis”, disse.
Segundo Carlos Humberto quando for concluída a pavimentação das ruas internas, terá início a requalificação da própria Avenida do Estado, no trecho entre a Rua Uganda e a Avenida das Gaivotas.
“Esse trabalho contemplará a implantação de uma nova ciclovia, a renovação dos canteiros centrais e a remodelagem das praças do entorno”, afirmou.
Quando essa fase começar, a via reversa será suspensa temporariamente e haverá mudança de sentido em algumas ruas.
A desativação definitiva só ocorrerá com a abertura dos novos acessos planejados para aliviar o trânsito: um ligando a Avenida do Estado à Martin Luther, pelo Ariribá, e outro pela Avenida das Gaivotas.
“Garantir um segundo acesso entre as ruas permitirá que o trânsito não fique concentrado na Avenida das Gaivotas. Estamos trabalhando em alternativas, com propostas nas ruas Pardal e Flamingo, e somente quando isso for definido que desativaremos a reversa”, acrescentou o secretário.
A expectativa da prefeitura é que todas as obras estejam concluídas em até 90 dias, antes da temporada de verão.
Via reversa divide opiniões
A via reversa da Avenida do Estado está sendo testada pela prefeitura desde 15 de agosto, e está sendo utilizada, segundo a BC Trânsito, por 50% dos motoristas que circulam pela região, no trecho entre a Rua Flamingo, no Bairro Ariribá, e a Rua Uganda, no Bairro das Nações. A via reversa auxilia os motoristas que querem ‘fugir’ do novo trecho da Avenida Martin Luther.
A ideia era testar por 15 dias, mas o prazo foi ampliado pela prefeitura para uma decisão mais acertada e agora ficará por pelo menos mais 90 dias até o fim das obras.

