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Após passagem de ciclone, Sul começa a semana com tempo frio e seco

(FOLHAPRESS) – Após a passagem de um ciclone extratropical que deixou 13 mortos até o momento no Rio Grande do Sul, o estado, juntamente com Paraná e Santa Catarina, deve ter um começo de semana frio e seco, com ocorrência de geadas nas regiões de serra. O tempo fica aberto, com poucas nuvens.

O ciclone, que causou grandes volumes de chuva na região e alagamentos, começou a perder força e se afastar no sábado (17). Após a passagem, uma massa de ar seco deve manter as temperaturas baixas nesta segunda (19) e na terça-feira (20), com máximas em torno de 20ºC e 25ºC, e evitar chuvas.

O cenário pode mudar na quarta (21), com a aproximação de uma massa de ar úmido que chega à região vinda do litoral argentino, segundo Heráclio Alves, meteorologista do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). “Serão chuvas isoladas na campanha gaúcha, parte sul do Rio Grande do Sul.”

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O frio no começo da semana também pode gerar temperaturas negativas em regiões de serra no Sul, como a registrada no domingo (18) em General Carneiro, no Paraná, de -2,2ºC. O norte do estado, especialmente na faixa litorânea, diz Alves.

“Logo após a passagem de uma frente fria, vem uma massa de ar mais seca, que além de reduzir a nebulosidade e a chance de chuvas, mantém as temperaturas baixas, com manhãs geladas.” As mínimas em Curitiba ficam entre 7ºC e 12ºC ao longo da semana, com aumento de nuvens na quarta. Já as máximas chegam a 15ºC e 20ºC, segundo o Inmet.

O padrão de poucas chuvas e nuvens deve se manter nos três estados durante a semana. De acordo a consultoria Climatempo, as mínimas ficam entre 7ºC e 13ºC, e as máximas, 18ºC e 19ºC em Porto Alegre. Em Santa Catarina, Florianópolis terá mínimas de 10ºC a 17ºC, e máximas de 19ºC a 22ºC. Os efeitos da passagem do ciclone se concentraram no sul do estado, especialmente em Praia Grande, onde houve alagamentos.

Os efeitos de ciclones extratropicais são comuns no Brasil, e eles costumam se formar no polo sul. A diferença do evento da última semana foi a formação em uma área mais próxima da costa atlântica, aumentando o risco de alagamentos, deslizamentos e enxurradas.

Outra preocupação para os próximos meses é a formação do fenômeno climático El Niño, que deve aumentar as chuvas fortes no Sul.

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