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Balneário Camboriú

Alerta aos bozoafetivos: todos conhecemos histórias de urnas fraudadas

Por conta da infame ditadura militar, só me permitiram votar pela primeira vez para presidente com 35 anos de idade e, desde aquela época, até o surgimento das urnas eletrônicas, aqui mesmo em Brusque, o Brasil colecionou relatos de fraudes eleitorais porque, como se sabe, papel aceita tudo.

As eleições em papel são fraudadas desde que existem, basta conversar com quem tem mais idade para escutar os relatos.

O caso mais rumoroso em Santa Catarina foi a disputa Jaison X Amin… a turma conta que no Sul do Estado, onde Jaison era mais forte, votos boiavam em córregos.

O voto em papel é fraudável, ele passa pela mão de escrutinadores que muitas vezes são cabos eleitorais, cenário perfeito para o crime quando se adiciona povo ignorante, coronéis, jagunços e picaretas religiosos que exploram a fé, o medo e o bolso de gente pobre, inculta e desamparada.

Ao defender o voto impresso, Jair Bolsonaro tenta preparar um golpe ao estilo Trump… são dois energúmenos, mas o daqui, além do cérebro de camarão, acha que regime bom é uma ditadura, comandada por ele, fato que por si só deveria condená-lo à prisão por atentar contra a Democracia.

O sistema de urnas eletrônicas é auditado e auditável, os softwares são periodicamente abertos para que partidos e especialistas em computação tentem achar vulnerabilidades graves que nunca foram encontradas.

Desde 2009 o Tribunal Superior Eleitoral convida grupos de hackers para tentarem alterar o resultado de urnas eletrônicas e nunca alguém conseguiu.

Dias atrás, Bolsonaro disse que convocaria hackers e provaria a vulnerabilidade das urnas, mas o que ele e a turma dele falam, no mais das vezes, são informações falsas ou distorcidas.

De qualquer forma, até seria bom Bolsonaro e seus hackers passarem vergonha pública.

Bolsonaro, a parcela esclarecida da população sabe (somos quase 80% já), tem a credibilidade de um chefe de rachadinhas, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário não devem se dobrar -e já mostraram que não vão- às vontades desse homúnculo.

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Waldemar Cezar Neto
O autor é jornalista
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