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Balneário Camboriú

Balneário Camboriú e vizinhas continuam liderando a valorização imobiliária no Brasil

O Índice FipeZap, do mês de setembro, voltou a apontar como já ocorre há algum tempo, cidades do litoral catarinense liderando a valorização imobiliária entre as mais importantes do Brasil.

Lembrem, minhas nove leitoras, que num país com indecente inflação anualizada (o Dragão Bozocaro) de 10,22%, qualquer valorização abaixo disso representa perda real de patrimônio.

M2+caro

Notem que das oito cidades com o metro quadrado mais caro no País três estão coladinhas aqui: 

  • São Paulo
  • Rio de Janeiro
  • Balneário Camboriú
  • Brasília
  • Itapema
  • Vitória
  • Florianópolis
  • Itajaí

Maior valorização

E as cidades que experimentaram a maior valorização imobiliária no Brasil, nos últimos 12 meses, são todas litorâneas e quatro delas estão em Santa Catarina.

  • Itapema, 22,69%
  • Itajaí, 21,72%
  • Vitória, 20,39%
  • Maceió, 16,30%
  • Balneário Camboriú, 15,10%
  • São José, 14.67%

Não custa lembrar que o Índice FipeZap leva em conta os preços anunciados de quase 5 milhões de imóveis no portal Zap e não os valores de concretização de negócio.

A Dilma estava certa

Com o derretimento das chances eleitorais do Jair Bolsonaro, o pessoal (e eu também) anda atrás de um nome para chamar de seu e um dos queridinhos é o Ministro da Infra-Estrutura, Tarcísio de Freitas. Excelente opção, tão bom que fez parte da equipe nomeada pela Dilma Roussef, em 2001, para tentar acabar com a roubalheira no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

O chefe da Natura tem visão

No domingo, o copresidente do conselho de administração da Natura, Pedro Passos, concedeu entrevista a “O Globo” e soltou uma frase lapidar sobre a necessidade de um terceiro nome: “Devemos evitar a polarização entre o inaceitável (Bolsonaro) e o indesejável (Lula)”. Penso da mesma forma.

E a empatia?

Hoje de manhã uma senhora sugeriu que eu escrevesse sobre sua experiência com um vizinho, que mora no apartamento acima do dela, com um cachorro grande e barulhento que prejudica seu trabalho, além do sono dela e do filho.

“Onde estão a empatia  e a resiliência tão faladas, mas só usadas nas redes sociais”, me indagou a senhora.

E a empatia 2?

Ela comentou que a lei agora permite pets de forma livre nos edifícios, mas isso não é verdade, pois se o animal incomoda cabe à justiça (e não mais ao síndico ou à convenção do condomínio) impedir que ele permaneça no prédio.

E a empatia 3?

O que mais me surpreendeu no diálogo com essa moradora de Balneário Camboriú, foi que o proprietário do apartamento teve a altivez que o inquilino não possui e este terá que deixar o imóvel por incomodar a vizinha com seu cão.

E a empatia 4?

Essa senhora lembrou também que com a mudança do perfil no trabalho de tantas pessoas para home office, os condomínios poderiam rever suas convenções, estabelecendo horário de silêncio (ou de menos barulho) também ao longo do dia.

Castanheira e os carros

O fato do secretário municipal da segurança -e aparentemente também guardas municipais- usarem a abusarem de veículos pagos pelos contribuintes, carros oficiais descaracterizados para não serem identificados, assumiu proporção que é a de se esperar numa população de saco cheio dos desmandos no setor público.

Viajão, diz o garçom

O prefeito viajão, como escutei um garçom adjetivar nosso simpático Fabrício Oliveira, terá que se posicionar, coisa que até o momento o vice no exercício do cargo de prefeito, Carlos Humberto, não o fez.

Quem pariu embala

Até entendo nosso vice: Fabrício pariu Castanheira, ele que o embale.

Arrumem isso

Em tempo: não encontrei o nome do secretário Castanheira no Portal da Transparência da prefeitura, portal este bem esculhambado no que tange aos dados de folha de pagamentos.

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Waldemar Cezar Neto
O autor é jornalista
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