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Balneário Camboriú

Candidatura de Fabrício a governador é viável, excelente para a região e não surpreende

Os empresários que apoiaram a eleição de Fabrício Oliveira à prefeitura de Balneário Camboriú, agora arriscam o passo mais ousado de lançar seu pupilo ao governo de Santa Catarina.

Parece viável por vários motivos, mas também porque a concorrência é cheia de BOs -e como mostrou a última eleição nacional, dá para vencer se conseguir transmitir em redes sociais a mensagem que o eleitor quer escutar.

Há muito tempo nossa região não tem expressão política em Santa Catarina, mal e mal elegemos um deputado ou outro, mas a maioria não faz ou não tem condição de fazer algo mais relevante pelo litoral, portanto eleger um governador seria chuchu beleza.

Fabrício é um prefeito bem sucedido, praticamente todos os indicadores de Balneário Camboriú, noves fora a pandemia, se mantiveram ou melhoraram sob sua gestão.

Ele é de meia idade, tem 46 anos, porém com cara de jovem, se mantém em boa forma, tem uma família bonita e, para desgraça dos nossos ouvidos, ataca de músico -o que sempre impressiona por aí, em especial se aprender sertanejo, vanerão, gauchesco e assemelhados.

Além de ser esse rapaz prendado, Fabrício frequenta uma igreja evangélica, o que cai bem no gosto de parcelas mais sectárias, sem desagradar os católicos que costumam praticar o ecumenismo.

Muito relevante nesta candidatura, o fato que ainda neste ano a praia central estará alargada e, tendo Balneário Camboriú a importância que tem, isso repercutirá positiva e intensamente em todo o Estado.

A história do Pavan foi assim e Fabrício sabe disso.

Além de ostentar em seu currículo o alargamento em si, provavelmente Fabrício poderá mostrar vigorosa recuperação econômica da cidade, decorrente do turismo pós-pandemia, e notável valorização imobiliária, com enriquecimento patrimonial da população, em todas as classes sociais e regiões da cidade.

Fundamental ainda que Fabrício é homem direito. Posso afirmar, pois convivi estreitamente com ele por muito tempo e só me afastei quando ele virou bolsonarista, a meu ver um equívoco que pesará em sua biografia pela vida toda.

Acredito ainda que, se Fabrício tiver sucesso na construção da sua candidatura, Balneário ficará em boas mãos com Carlos Humberto. Ele mostrou que é bom gestor no Sinduscon e o risco envolvido, os eventuais abusos na ocupação e uso do solo, com propósitos puramente argentários, a sociedade poderá evitar através da participação popular.

Então é torcer que dê certo e em outubro do ano que vem mandar o Moisés para casa.

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Waldemar Cezar Neto
O autor é jornalista
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