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Balneário Camboriú
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Lei que proíbe alterar Plano Diretor em período eleitoral é para evitar corrupção

A lei de Balneário Camboriú que proíbe alterar o Plano Diretor em período eleitoral visa coibir a corrupção, tão comum entre políticos, antes, durante e após a disputa nas urnas -mas com bastante apetite antes.

Sei que o objetivo é esse porque fui eu quem sugeriu ao vereador Orlando Angioletti que apresentasse a proposta à Câmara, que acabou aprovada e transformada em lei.

Hoje de manhã o Angioletti me enviou uma mensagem, lembrando de onde estávamos quando fiz a proposta: “Sentados numa mesa do Seu Paulo, se não me falha a memória”.

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Seu Paulo é o restaurante Casa da Lagosta, na Barra Sul, e o propósito da lei, que o prefeito Fabrício de maneira mais do que suspeita combate, apoiado por vereadores com comportamento mais do que suspeito é, repetindo, evitar corrupção.

Evitar corrupção com alterações no Plano Diretor que favoreçam interessados a ganhar zilhões, com uma vírgula a mais ou a menos no texto que ordena a ocupação e uso do solo em Balneário Camboriú.

O prefeito e seus aliados políticos passaram a atuar de maneira estúpida, reagindo indignados à CPI da Emasa, uma investigação necessária -que encontrará cadáveres em armários- e agora forçando a barra para revogar uma lei que qualquer sujeito de bom senso sabe que deveria ser mantida.

É coisa de lorpas e pascácios, como diria Nelson Rodrigues, um presidente da Câmara com nome de pizzaria cortar a palavra e encerrar a sessão no momento em que a candidata a prefeita pela oposição está falando. 

E tem mais, o dito presidente marcou a continuidade da sessão legislativa para o dia seguinte, no meio da tarde, quando os cargos de confiança, paus-mandados para aplausos e vaias, não podem ir à Câmara, em horário de expediente, sob pena do Ministério Público cair de pau em cima.

Esses episódios promovem um derretimento da imagem de Fabrício, com prejuízo direto à pré-candidatura do ungido Peeter Lee Grando, um estranho no ninho da política local que muitos, inclusive aliados do reizinho da Rua Dinamarca, continuam dizendo que não engoliram.


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