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Balneário Camboriú
Waldemar Cezar Neto
Waldemar Cezar Neto
O autor é jornalista
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O PSDB acabou e o NOVO nem chegou a nascer

Hoje assisti o Arthur Virgílio declarando apoio a um dos candidatos presidenciais, com aquela cara de quem obteve apenas 9,5% dos votos do Amazonas para o Senado, e fiquei cismando que o PSDB acabou de vez.

Não por Virgílio declarar voto em fulano ou beltrano e sim pela atual irrelevância de políticos que já foram o ó do borogodó nessa sofrida República.

O PSDB elegeu apenas 54 deputados estaduais, 13 federais e nenhum senador.

Tem chance no segundo turno de fazer três governadores (Eduardo Leite no RS, Eduardo Riedel no MS e Raquel Lyra no PE); devido ao desempenho pessoal dos candidatos e não do partido que hoje é café frio.

O PSDB cavou seu buraco, pois não merece ser grande um partido cujos integrantes não aceitam o resultado de eleições internas democráticas, como se viu em Santa Catarina com Leonel Pavan e em âmbito nacional com o puxa-tapete no Dória.

Vou passar ali no diretório do PSDB, antes que feche de vez, e pedir minha desfiliação.

Ah sim, confirmando sua inexpressividade, o partido Novo elegeu 5 deputados estaduais, 3 federais e nenhum senador.

Elegeu o governador de Minas Gerais e zéfini.

Outra notícia boa, finalizando de verdade, é que 15 partidos-tranqueiras, inclusive o do padre de circo, não superaram a cláusula de barreira, perdendo direito ao horário eleitoral gratuito e ao dinheiro do fundo partidário.

São eles: PSC, Patriota, Solidariedade, Pros, Novo, PTB, PCB, PCO, PMB, PRTB, PSTU. UP, Agir, DC e PMN.

Não farão falta alguma.

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