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Economia na Semana

Os extremos 

Enchente, tornado, ciclone, deslizamento são palavras e eventos cada vez mais comuns em nosso cotidiano. A tragédia no Rio Grande do Sul e outras que Santa Catarina já enfrentou, são um problema mundial: o aquecimento global transformando fenômenos climáticos em extremos. Tudo causado por nós mesmos, seres humanos e o pessimismo sobre o que está por vir é gigantesco. Para piorar, há ainda uma chuva de desinformação, numa tentativa covarde de atacar o que os brasileiros têm de melhor: o humanismo. Neste momento de perdas e sofrimento irreparáveis, indivíduos sem qualquer compromisso com a solidariedade, o bem-estar social e a democracia difundem notícias falsas. A ajuda aos gaúchos vem de todo o país. Gente de todas as cores, classes, religiões, profissões. As demonstrações de amor e respeito falam muito mais alto. São emocionantes, enchem os olhos e o coração de esperança. O vigor de nossa solidariedade será sempre maior e mais forte do que a pusilanimidade dos propagadores de notícias falsas. 

Retrocesso ambiental 

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A tragédia no Rio Grande do Sul colocou um holofote sobre a flexibilização da legislação ambiental no estado vizinho e o quanto medidas como a redução nos esforços de fiscalização podem ter contribuído para o cenário devastador causado pela enchente. Essa constatação acende um alerta para Santa Catarina. Nos últimos anos, o Estado tomou o mesmo caminho dos gaúchos no que diz respeito à flexibilização das leis ambientais. 

Êxodo gaúcho 

Santa Catarina espera um êxodo gaúcho com a enchente que atinge o estado vizinho. Pela proximidade geográfica e pela enorme colônia gaúcha que já reside aqui, muitos dos milhares de afetados pela tragédia no Rio Grande do Sul devem optar por socorro em casa de familiares em terras catarinenses ou oportunidades de uma nova vida no território barriga-verde. Está sendo firmado uma parceria com a Fiesc com o intuito de dar encaminhamento profissional e de capacitação aos novos moradores. Já existe uma plataforma na entidade industrial com essa função. 

Curto-circuito 

Faltarão extintores para apagar um incêndio que começa a arder entre o Governo de SC e o Federal. Motivo: a Secretaria de Comunicação da Presidência da República insiste em qualificar como fake news as multas (depois anuladas) em caminhões conduzindo donativos da Defesa Civil do Estado para o Rio Grande do Sul, em posto de pesagem em Araranguá, por “excesso de peso”. Multas que, como se viu, foram confirmadas pelo diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres em SC, que foi dar explicações ao governador. Incêndio mesmo acontecerá se o governador dos catarinenses for convocado pela Polícia Federal para prestar  esclarecimentos na condição de suposto propagador de fake news. 

Potência turística 

Pomerode está aparecendo como uma nova potência turística de SC. A cidade tem atualmente 60 empreendimentos ligados à área, que recebem visitantes durante todo o ano. São parques, zoológicos, museus, rotas culturais, artesanato, natureza e esportes. Além de produtos de renome nacional, como queijos, chocolates e embutidos. Trata-se, em termos geográficos, de uma das maiores concentrações de atrativos turísticos do país. 

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Invasão 

Em qualquer roda de conversa entre catarinenses nos últimos dias o assunto é um só: as terríveis enchentes no Rio Grande do Sul e a inevitável invasão de gaúchos, que já está acontecendo, buscando abrigo ou bases para se mudar definitivamente para cá. Que sejam bem-vindos. Se o destino for Florianópolis as notícias não são boas. O capital catarinense está ficando cada vez mais cara. Em abril registrou, novamente, a segunda maior inflação entre as outras 16 capitais, atrás apenas de Belo Horizonte. 

Pronegócio 

Mais de 600 lojistas estiveram em Brusque, participando da 66ª Pronegócio. Foram quatro dias de intensas negociações que adquiriram produtos da coleção Primavera/Verão 2024. Foram lojistas de várias partes do Brasil. Um total de 147 fabricantes, saíram satisfeitos do evento que aconteceu no pavilhão de eventos da cidade. 

Encontro das indústrias 

O 1º Encontro das Indústrias de Brusque será realizado em junho. Com o tema “Construindo Confiança”, o evento terá como ponto alto a palestra com o economista chefe da Federação das Indústrias de SC (Fiesc) e professor da Universidade Federal de SC (UFSC), que falará sobre as “Perspectivas Econômicas para o 2º Semestre”. O Encontro será realizado dia 26 de junho, a partir das 19 horas, no Centro Empresarial. A iniciativa é dos quatro Sindicatos Patronais das Indústrias de Brusque e região. São apoiadores do evento, a Fiesc e o Sebrae. 

Conflitos sem judicializar 

Sai de cena o advogado que só ajuíza causas, entra em cena o advogado capacitado e dotado de habilidades para gerar e resolver conflitos dos clientes. A Mediação é utilizada há décadas nos Estados Unidos e em diversos outros países com muito sucesso, onde se tem uma cultura de resolver conflitos em tempo recorde. Já no Brasil, ainda prevalece a cultura da judicialização, mesmo com a Lei de Mediação e o CPC (Código de Processo Civil) tendo-a instituído como etapa obrigatória no processo judicial. Por aqui, os cursos de Direito não preparam o advogado para essa nova cultura. Por isso, a proposta é justamente conferir novas habilidades ao advogado, capacitando-o para a obtenção de resultados para o cliente, mediante a Mediação. É mais rápido e eficaz. 

Tentativa de golpe 

Na quinta-feira (9) a Havan informou que criminosos estão usando o nome da loja e do empresário Luciano Hang para aplicar golpes sobre falsas promoções de produtos e criação de falsos sites, usando o nome da loja, para arrecadar dinheiro por Pix que seria enviado às vítimas atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. De acordo com a Havan, já foram identificados alguns perfis nas redes sociais recriando a voz do empresário Luciano Hang com inteligência artificial. A Havan informa que utiliza apenas a Campanha Troco Solidário como meio de arrecadação de valores, sendo possível ser feito somente presencialmente em uma das 176 megalojas em todo o Brasil, sem a necessidade de realizar uma compra. O setor jurídico da empresa está realizando os encaminhamentos judiciais para identificar e punir os fraudadores. 

Trevo da BR-101

O processo licitatório para construção do novo trevo da rodovia Antônio Heil (SC-486), suspenso em abril, foi reaberto dia 13 deste mês pelo governo do Estado. A abertura dos envelopes com as propostas das empresas interessadas na execução da obra está marcada para 20 de junho. A informação foi confirmada pela Secretaria de Infraestrutura de SC. Inicialmente, os envelopes seriam abertos no dia 8 de abril, mas o processo foi suspenso para reanálise após pedidos de impugnação de empresas participantes. Agora o edital segue normalmente. A obra está prevista com  a construção de quatro alças e dois elevados. A intenção da obra é desafogar o trânsito na região. O trevo atual não suporta mais o alto volume de veículos que trafegam pelo local, que liga Brusque à área urbana de Itajaí, além de ser a principal forma de acesso à BR-101. A demanda é de interesse dos municípios de Brusque e Itajaí. 

Novo porto em São Francisco 

Novo porto em construção em São Francisco do Sul tem previsão de início de operações em abril de 2025, com estimativa de movimentação de seis milhões de toneladas anuais. O Terminal de Granéis de SC (TGSC) está sendo instalado no Morro Bela Vista, em área próxima ao porto de São Francisco do Sul. O investimento será de R$ 430 milhões. O TGSC, um terminal de uso privado, teve início das obras há pouco mais de um ano. Neste momento, estão sendo instaladas fundações das estruturas no setor do mar (offshore). Também estão sendo montadas as estruturas metálicas nos módulos por onde passarão as esteiras de transporte de cargas. Há obras também em terra, com bases dos transportadores e edificações, entre outras. O píer terá 255 metros de comprimento, com dois berços de atracação. A capacidade de armazenamento na retroárea será de 135 mil toneladas de granéis, com armazém horizontal e seis silos verticais. O terminal terá foco na movimentação de soja, milho e farelo. 

Novela velha 

Santa Catarina, Bahia, Espirito Santo, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo abrigam projetos de obras que deveriam evitar os impactos de fenômenos da natureza, mas que nunca se concretizaram, informa ampla e elucidativa reportagem de O Globo. Que ninguém se iluda com os midiáticos anúncios do momento por conta da catástrofe gaúcha. Obras contra enchentes se arrastam até 15 anos naqueles seis Estados, com promessas de gastos de R$ 7,3 bilhões (valores corrigidos), em projetos de obras que deveriam evitar os impactos de fenômenos da natureza, mas que nunca se concretizaram. Na maior tragédia ambiental de SC, em 2008, com 180 mortos e 80 mil desabrigados ou desalojados, o governo federal anunciou R$ 2,4 bilhões (corrigidos) ao Estado. Quase 16 anos depois, ainda constam no Painel de Obras do Ministério da Gestão ações de contenção de encostas e drenagem, 30 estações meteorológicas com pluviômetros e rede telemétrica para monitoramento de barragens e reservatórios não iniciadas. 

Negligência 

A tragédia gaúcha no momento começa a suscitar discussões sobre planos de enfrentamento das mudanças climáticas. Um levantamento publicado recente diz que das 27 capitais brasileiras, apenas em 11 (Florianópolis entre elas) e Distrito Federal os tem. Outras quatro, entre elas Porto Alegre, têm uma estratégia em andamento, mas ainda não concluída. 

Visitas virtuais 

O que deveria estar em prática e sem burocracia ou empecilho de qualquer ordem, e há muito tempo, neste país da piada pronta é necessária uma lei para valer, nem que depois jamais seja regulamentada ou entre em vigor. É o caso de projeto em tramitação no Parlamento estadual que prevê o direito de visitas virtuais a familiares de pacientes internados em isolamento. Seriam através de videochamadas, mensagem de áudio ou vídeo, autorizadas pelo profissional responsável pelo tratamento do paciente. 

Veículos em alta 

Santa Catarina fechou o mês de abril com o emplacamento de 18,4 mil veículos, o que representa uma alta de 36,2% frente ao mesmo mês de 2023, quando vendeu 13,5 mil unidades. Na comparação com o mês anterior, março, as vendas cresceram 3,25% diante dos 17,8 mil veículos emplacados no período. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de SC, que representa 554 concessionárias em atividade no Estado. A melhor oferta de crédito ajudou. 

No Sul do Estado 

Quatro grupos empresariais farão estudos para a concessão da Zona de Processamento de Exportações (ZPE) de Imbituba. Eles foram escolhidos pela Comissão de Avaliação do Procedimento de Manifestação de Interesse do governo de SC. O secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias dará sugestões para a construção e operação da ZPE. 

Inovações no setor de defesa 

Uma invenção para o setor de defesa, a internet, criada nos anos de 1960, gerou a atual revolução tecnológica. Atentas a novas oportunidades de negócios nessa área, empresas catarinenses participaram da terceira edição da Expo Defense, realizada Federação das Indústrias de SC (Fiesc), em Florianópolis. Para o presidente da entidade, todos os segmentos da economia puderam participar como fornecedores do setor de defesa e segurança. Atualmente, SC tem empresas estratégicas de defesa,  isto é, certificadas para o setor. Vai desde o setor metalúrgico, couro, têxtil, software, navios e produtos médicos. A expectativa é que mais soluções de tecnologia sejam incluídas. 

Cerveja 

O Brasil bateu mais uma vez recorde no número de cervejarias registradas. A quantidade desse tipo de estabelecimento no país cresceu 6,8%, passando de 1.729 em 2022 para 1.847 em 2023, aponta o Anuário da Cerveja 2024, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Um recorte do documento aponta que o 8º município brasileiro que tem mais cervejaria é Blumenau, 18. 

Jogos eletrônicos 

O presidente Lula sancionou a lei 14.852/24, que institui o marco legal da indústria de jogos eletrônicos. O projeto que deu origem a norma foi aprovado pela Câmara dos Deputados no início de abril, após sofrer mudanças no Senado Federal. 

Imprensa 

Necessário e oportuno o posicionamento da Associação Catarinense de Imprensa condenando o comportamento de algumas lideranças que tem insuflado seus militantes contra o trabalho da imprensa, criando uma disputa que não interessa aos que mais necessitam de apoio na catástrofe do Rio Grande do Sul. Sim é hora de somar, como vêm somando milhões de brasileiros que ajudam com doações ou com trabalho voluntário. 

Empresa mais digital 

Depois de amargar um prejuízo líquido de R$ 21,1 milhões em 2022, a Karsten deu a volta por cima para reverter o resultado. No ano passado, a fabricante de artigos de cama, mesa e banho de Blumenau apurou um lucro de R$ 42,1 milhões, tirando o vermelho e acrescentando o azul no balanço financeiro. Ao menos dois fatores contribuíram para a reviravolta no resultado operacional, segundo o diretor administrativo-financeiro. Primeiro a Karsten revisou a área fabril para melhorar a produtividade, o que incluiu a retirada de linhas de produtos ociosos ou com baixa rentabilidade. A segunda foi uma maior nas vendas online. O e-commerce da empresa vem avançando na casa dos dois dígitos. Novata nesta área, apesar da trajetória centenária, a Karsten ainda adota cautela ao divulgar os números exatos desse canal de vendas. Mas abre um indicador que revela que a plataforma digital tem cada vez mais peso nos negócios. 

Ponto de virada 

Ao traçar a própria trajetória no pedido de recuperação judicial, a Coteminas tratou a compra da Artex, na década de 1990, como “um dos pontos de virada de grande importância” da história da empresa. A aquisição dos ativos operacionais da empresa blumenauense marcou a entrada do grupo no segmento de consumo e abriu as portas, mais tarde para a aquisição das marcas Arco-íris e Fantasia, na Argentina. 

Solução em Itajaí 

A confirmação de que a gigante JBS assumirá a operação do Porto de Itajaí, pelo ministro dos Portos e Aeroportos, trouxe uma nova expectativa de destravar finalmente o terminal, que não recebe contèineres há um ano e meio. A operação deve ser feita pela subsidiária Seara, que já opera o terminal Braskarne no Complexo Portuário do Itajaí-Açu. 

Mais imposto 

Quatro deputados federais catarinenses cravaram voto para que fosse aprovada a urgência da votação do famigerado projeto de lei 8.889/17, que pretende taxar plataformas de streaming e redes sociais. O projeto pode ser colocado em votação final a qualquer momento na Câmara. Para quem vai a conta, senhores? 

Sem riscos 

A absurda proibição do trânsito de máquinas agrícolas nas rodovias estaduais e federais de SC, por imposição do Código Brasileiro de Trânsito, com perdas na rentabilidade e produtividade, principalmente de pequenos produtores, que teriam que usar carretas para se locomover, se reveste da típica decisão de gabinete, de burocratas, sem base nenhuma na realidade. O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Papanduva desafia quem aponte um único acidente de trator pelas estradas de sua região envolvendo trator. 

Descanso 

Agora só depende do governador para virar lei projeto aprovado na Assembleia Legislativa que permite o uso dos pátios internos da Polícia Militar Rodoviária de SC como pontos de parada para descanso dos motoristas profissionais das categorias de transporte rodoviário de cargas. 

Gasolina 

Novos dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram um crescimento no preço médio de revenda de gasolina comum em Brusque. No entanto, diferente do levantamento elaborado há três meses, o município não tem a gasolina mais cara entre as maiores cidades catarinenses. Os dados foram coletados entre 28 de abril e 4 de maio. No começo de fevereiro, o preço médio de revenda de gasolina em Brusque era de R$ 6,06. A cidade possuía a gasolina mais cara entre as grandes cidades de SC. Naquela ocasião, somente Brusque e Concórdia tinham preço de gasolina igual ou superior a R$ 6. Hoje, são oito municípios que supera o valor. Palhoça, na Grande Florianópolis, passa ater a média de revenda mais cara do Estado, de R$ 6,39. 

Trilhos 

Decidido a desenvolver o sistema ferroviário em SC, o governador aguarda o final dos estudos, previstos para abril de 2025, de dois projetos importantes: o primeiro, de 319 quilômetros entre Chapecó e Correia Pinto, e outro, de 62 quilômetros, entre Navegantes e Araquari. O investimento do Estado nos dois projetos técnicos é de cerca de R$ 32 milhões. 

Segunda língua 

Na proposta do governo federal que institui mudanças no Novo Ensino Médio há imenso lobby para a inclusão do espanhol como segunda língua obrigatória nas escolas de todo país. Um erro que pode ser evitado. Que interesse tem o espanhol em SC, por exemplo, onde mais da metade da população tem ascendência italiana? No Congresso Nacional o senador Amin de SC está agindo para que se considere as realidades regionais e que se respeite a comunidade escolar local. Muito correto. 

Sinais exteriores 

Dinheiro que entra fácil e de fontes suspeitas, fazem com que seus beneficiados queiram, como uma espécie de compulsão, exibir sinais exteriores de riqueza. É esse o perfil de uma quadrilha presa recentemente em Blumenau que movimentou R$ 112 milhões, com o tráfico de drogas. O desejo máximo de vários presos era ter carros de luxo. Bandidos do andar um pouco acima tem outros interesses, maiores. “Investem” no mercado imobiliário de Balneário Camboriú e Itapema. 

Desfile 

O tradicional desfile da Pronegócio ocorreu na noite de terça-feira (14) no Clube Santos Dumont, em Brusque. Promovido pela Associação das Micro e Pequenas Empresa Região (AmpeBr), o evento exclusivo para convidados, apresentou as principais tendências da coleção Primavera-Verão 2024. Inspirado pelos dias ensolarados, águas cristalinas e noites estreladas, o tema do Desfile da 66ª edição foi “Maldivas”, celebrando o clima quente e alegre de seu cenário. Na passarela, 25 empresas que participam da Pronegócio apresentaram quatro looks de suas coleções. Com a presença de mais de 500 pessoas, entre compradores, fabricantes, autoridades e convidados, modelos desfilaram com peças femininas, masculinas e infantis. Segundo o presidente da Ampe/Br “ver as peças nos cabides é uma coisa. Quando os clientes veem a peça viva, se movimentando, muda totalmente”, daí a importância do desfile.  

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