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Balneário Camboriú

Exposição ‘Ponteiro do Próprio Tempo’ da artista Fabi Loos segue até o dia 30

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O trabalho da artista plástica Fabi Langaro Loos, em exposição na CasaHall Offices até o último dia deste mês,  resgata uma dinâmica individual daquele que observa as obras de arte com a singularidade do seu dia a dia, de seu modo de pensar e usufruir seu tempo e de colocar tudo isso em sua vida. 

“Somos todos feitos por uma estrada constante, por mudanças, por aprendizado, por conexões e por evoluções, afinal, o objetivo da vida não é estagnação. E o tempo está aí para nos ajudar. Feliz daquele que compreende e entra nessa viagem”, disse a artista sobre a mostra ‘Ponteiros do Próprio Tempo’.

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As linhas verticais e horizontais seguem o ritmo corporal de quem as produz e de quem as observa. Elas criam memórias. Contam histórias, reproduzem movimento. Exploram a dinâmica de vida e as singularidades de cada ser humano em sua linha de tempo.

“A sequência de listras tem a intenção de conectar pessoas e tempo. Uma continuidade da linha do tempo, da nossa vida em cada fração do instante, do dia a dia que segue. A intensidade dos momentos, a força do presente, do passado e do que está por vir no futuro, seja aqui de alguns anos ou, então, em uma fração de segundos capaz de mudar um pensamento, uma atitude, uma vida e todo um futuro. A vida se prolonga ao passar do tempo. Ou, de um modo surreal, a gente faz a vida se prolongar por mais ou menos tempo. Ao observar uma obra de arte, por exemplo, a vida passa a se prolongar a partir daquela visão, daquele suspiro, daquela emoção. É possível o tempo parar mentalmente para que a vida em si, ou seja, a simplicidade e a essência de cada indivíduo e de cada circunstância possam fazer sentido e valer a pena a tal complexidade da existência do ser humano”, descreve a artista.

Fabi segue explicando que observar uma obra de arte na parede de um museu de arte no na própria sala de estar, cria uma emoção, um pensamento, um sentimento, uma necessidade de mais tempo para viver do que para sobreviver, claro, sempre em conformidade com o repertório de vida de cada indivíduo. 

“Quanto mais observamos e estudamos, maior nossa capacidade de evolução. Muitas vezes o tempo perde o sentido. Agilidade. Verdade. Compaixão, reciprocidade, consciência coletiva. O tempo é um presente que se dá aos outros e que também podemos dar a nós mesmos. É matéria real, mas também é sentimento subjetivo. É uma estrada a ser percorrida. É velocidade, porém, é também uma parada”, resumiu.

Serviço

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Exposição de arte: Ponteiro do Próprio Tempo

Local: CasaHall Offices – 2º Piso – Avenida do Estados, 4770

Visitação: Até 30 de junho – de segunda a sexta-feira

Horário: 9 às 18 horas

Evento Gratuito

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