Ferramentas digitais podem facilitar dia a dia de professores

- Publicidade -
- Publicidade -

Santa Catarina Custom Show movimenta Balneário Camboriú em julho com muitas atrações

A principal novidade desta edição será a apresentação oficial do Rodder Town, parque temático sobre a cultura custom, que será inaugurado no dia 16 de julho, na Via Gastronômica

Bravura Park prepara abertura ao público com um dos maiores acervos militares da América Latina

Parque temático em Tijucas vai abrir ao público pela primeira vez um acervo particular com milhares de peças históricas reunidas ao longo de décadas

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

(Agência Experta) – O uso das ferramentas digitais pode facilitar o dia a dia de professores e alunos, conforme mostram diferentes estudos. De acordo com o Sebrae, entre as principais vantagens estão a personalização do processo de aprendizagem, a maior interatividade e o desenvolvimento de competências a partir da convivência com a tecnologia.

Atento a isso, o Ministério da Educação (MEC) tem promovido capacitações para debater a educação digital e a formação continuada de professores. “Nós temos um desafio grande no Brasil, que é implementar as tecnologias da educação da melhor maneira possível”, afirma a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt.

Segundo ela, a prioridade é garantir a educação continuada aos docentes para possibilitar uma formação cidadã aos alunos, de modo que eles aprendam a usar a tecnologia de forma correta e respeitosa.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que norteia a construção do currículo da Educação Básica, incluiu a educação digital como uma competência de ensino que deve fazer parte do currículo de todas as disciplinas. Por isso, é necessário que os professores utilizem a tecnologia para potencializar o ensino, dando destinos específicos de aprendizagem para cada recurso. 

Quais ferramentas digitais podem ser utilizadas?

Diferentes ferramentas digitais podem ser utilizadas no dia a dia da sala de aula. A escolha deve considerar a disponibilidade de recursos da escola, a metodologia de ensino, o conteúdo que será transmitido e os recursos oferecidos pela tecnologia.

- Continue lendo após o anúncio -

O e-book “Mapas mentais na aprendizagem: um guia para professores”, produzido pelas pesquisadoras do Centro Universitário Vale do Cricaré, Liza Andréa dos Santos Silveira

e Márcia Moreira de Araújo, explica que os diagramas são úteis no processo de simplificação do ensino. Os mapas mentais on-line destacam fatos importantes e auxiliam na consolidação do conhecimento por parte dos alunos, despertando maior interesse e motivação pelas aulas.

As autoras explicam que criar mapa mental, a partir de plataformas digitais, é um processo intuitivo. Eles devem ser feitos com uma boa estrutura, por meio de conceitos, palavras e itens conectados de forma organizada. O recurso é indicado para os estudantes fazerem anotações, elaborarem resumos e memorizarem conteúdos e, também, para os professores, pois permite a simplificação de temas complexos e aumenta a retenção de interesse nas aulas.

Entre as ferramentas tecnológicas que podem ser aplicadas à educação, o Sebrae cita também o Google Sala de Aula (Classroom), que permite gerenciar atividades virtualmente; o Edmodo, um microblog educacional do Linkedin para criar grupos específicos entre os estudantes; e o Jamboard, ferramenta gratuita que funciona como uma lousa virtual interativa.

O Sebrae também destaca a plataforma Miro, que possibilita a construção de quadros com notas, diagramas e mapas mentais em tempo real; o Anchor, criado para a gravação de podcasts; e o Kahoot, ferramenta de aprendizado baseada em jogos com testes de múltipla escolha.

- Continue lendo após o anúncio -

Abandono das salas de aula é desafio para a educação

Os dados do “Censo Escolar da Educação Básica 2023” mostram que quase 9 milhões de jovens brasileiros, entre 18 a 29 anos, não concluíram a educação básica, o que demonstra uma falha no engajamento escolar. 

Em entrevista à imprensa, o gerente de políticas educacionais da ONG Todos Pela Educação, Ivan Gontijo, analisou que a desistência está relacionada à experiência que os alunos tiveram nas escolas.

O uso da tecnologia pode ser um atrativo para reter os alunos. Segundo a pesquisa “Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil”, realizada pelo Instituto Semesp, a área de tecnologia desperta o interesse de 30,1% dos jovens. 

No entanto, o obstáculo do acesso à tecnologia pode ser uma barreira, reconhecida pelo próprio MEC e outras autoridades. A Organização das Nações Unidas (ONU) estipulou a necessidade de assegurar a igualdade de acesso a todos os níveis de educação, garantindo inclusão e acessibilidade nas escolas, como um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para serem alcançados até 2030.

A pesquisa “O uso das ferramentas digitais no ensino remoto acadêmico: desafios e oportunidades na perspectiva docente”, realizada por pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ressalta a necessidade de mudança na metodologia tradicional de ensino. O estudo conclui que com a inserção das tecnologias educativas pelos professores, surge um ambiente inovador, que favorece o enriquecimento da aprendizagem.

- Continue lendo após o anúncio -

Os pesquisadores destacam, ainda, a importância da formação continuada dos pedagogos, que exige não só o domínio das ferramentas, mas também a elaboração de estratégias de ensino. A mudança acontece por meio da criação de metodologias ativas de aprendizagem, que se faz importante no ensino remoto e presencial.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas