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Balneário Camboriú
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Governistas reunidos em jantar para discutir sucessão de BC acreditam que Fabrício “tem controle” da situação

Na foto, há pelo menos quatro pré-candidatos a prefeito

Um jantar entre 11 vereadores de Balneário Camboriú, todos da base governista, aconteceu na noite desta terça-feira (30), para discutir o assunto do momento: a sucessão municipal. 

Entre eles, alguns licenciados que estão como secretários municipais e um suplente (João Koeddermann Filho). 

Na foto postada por Marcos Kurtz, aparecem pelo menos quatro pré-candidatos à prefeitura: Omar Tomalih, David LaBarrica, Nilson Probst e Marcelo Achutti.

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Com a frase “Construindo o futuro de Balneário Camboriú”, a foto publicada reúne filiados ao Podemos (Kaká Fernandes, Anderson Santos, Omar Tomalih e Marcos Kurtz); MDB (Marcelo Achutti, Nilson Probst, João Koeddermann Filho e Elizeu Pereira); Patriota (David Fernandes ‘LaBarrica’); PSD (Arlindo Cruz) e PL (Asinil Medeiros). Até a “janela partidária” (7/03 e 5/04) devem haver trocas, com nomes indo para o PL, como Anderson, por exemplo.

O grupo se reuniu para falar sobre a eleição de 2024 e para ‘debater a cidade’. 

Para este grupo, o candidato de Fabrício Oliveira deverá ser Rubens Spernau, porém isso pode não mudar o desejo de alguns de manterem a candidatura à prefeitura – LaBarrica, por exemplo, sempre afirma que sonha em vir como prefeito e que busca construir uma candidatura. 

Os integrantes do grupo acreditam que Fabrício está com o controle da situação e que a postura do ex-prefeito e deputado estadual, Carlos Humberto Metzner Silva, não é a ‘ideal’.

Na opinião desses vereadores não existe eleição ‘goela abaixo’ e, segundo eles, Carlos Humberto estaria tentando esta prática.

Embora apenas um dos presentes à reunião pertença ao PL, eles alegaram um suposto acordo firmado entre o governador Jorginho Mello (PL), Fabrício Oliveira (PL) e o MDB de que o PL indique o candidato para prefeito e o MDB indique o vice da chapa. 

O MDB estaria confiante de que o suposto acordo seria mantido, mas se isso não acontecer há a possibilidade de lançar candidatura própria -com Probst e Achutti se apresentando como possíveis candidatos (o tema já foi abordado pelo jornal, relembre aqui).

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