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Leonel Pavan disse que “está amolando a faca e reforçando a sola da bota” para ser prefeito mais uma vez 

Em quatro décadas de carreira política em Santa Catarina, ele ainda preserva o estilo gaúcho nas declarações e no jeito de falar

Leonel Pavan, 69 anos, 41 deles dedicados à política que começou em Balneário Camboriú, vem dando sinais há algum tempo que enganam-se aqueles que pensavam que ele estava aposentado. 

Com objetivo bem definido, começou anunciando sua mudança de domicílio eleitoral; depois veio a sondagem no ninho tucano, que não foi bem sucedida e então, a decisão de procurar uma nova sigla, o que se confirmou na sexta-feira (29), quando assinou filiação ao PSD, diante de uma plateia entusiasmada e casa cheia, bem como ele gosta.

Pavan com o presidente estadual do PSD, Eron Giordani (Foto Rodrigo Luft)

Foi o palco que ele queria para lançar sua pré-candidatura à prefeitura de Camboriú. Cheio de planos que ele afirma serem antigos, desde que governou pela primeira vez Balneário Camboriú em 1989, seu projeto maior na campanha que vai abraçar é formar uma ‘dupla’ com a filha vereadora, Juliana, pré-candidata à prefeitura de Balneário Camboriú. Ela não confirmou, mas deverá seguir os passos do pai, rumo ao 55, no início do próximo ano.

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Pavan, que já disputou nove eleições, começou como vereador pelo MDB, depois foi prefeito pelo PDT, virou tucano e foi prefeito mais duas vezes em Balneário Camboriú, deputado estadual, federal, vice-governador, governador e senador. No PSDB ficou por duas décadas. 

Em seu discurso de filiação, no Clube Z, diante de lideranças estaduais do seu novo partido, Pavan disse que ainda tem muito para contribuir e agora a ‘bola da vez é Camboriú’.

Esta semana ele conversou com a reportagem sobre este ‘recomeço’.

JP3 –  Começou em 1982 no MDB, depois PDT, depois PSDB e agora PSD. O que mudou nessa caminhada político-partidária?

Pavan – Mudei de partido, mas não mudei meu pensamento sobre o que é melhor para a população, não mudei meu caráter e esta longa caminhada me deu mais conhecimento e  experiência, porque partido político é uma casa pra você executar os melhores projetos e programas para sociedade  independente das ideologias.

JP3 – A transferência de partido aconteceu por falta de apoio no ninho tucano?

Pavan – Não faço política pelo retrovisor e nem com o fígado, tenho pelo PDT e PSDB só gratidão.

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JP3 – Uma vez anunciada a filiação ao 55, a campanha para prefeito está no ar?

Pavan – A campanha começa quando a lei permitir, mas já estou amolando a faca, reforçando a sola da bota, consultando os amigos e possíveis apoiadores. Quando me dizem que vou ser prefeito, eu digo vá espalhando porque quem sabe isso pega, já aproveito e digo a Juliana também… 

A dupla Pavan (Foto Rodrigo Luft)

JP3 – Lançar candidatura a prefeito em Camboriú é uma maneira de fortalecer a campanha da filha para prefeitura de Balneário Camboriú?

Pavan – Quando for lançar a candidatura e a campanha, vou convidar a Juliana para fazermos juntos, Camboriú e Balneário Camboriú precisam caminhar juntas, cada uma com seu CNPJ mas os projetos, programas, compromissos com a população e com as duas cidades precisam estar juntas, é necessário que faça consórcios no mínimo entre as duas cidades e, se possível, as outras que são lindeiras também.

JP3 –  Imaginou alguma vez fazer uma campanha paralela, tipo ‘pai&filha’ para prefeituras ‘mãe&filha’?

Pavan – Sempre defendi que a cidade  pai (Camboriú) e a cidade filha (Balneário Camboriú) pudessem fazer projetos juntas para se desenvolverem juntas, não pode a cidade filha rica e a cidade pai pobre, porque uma depende da outra e a oportunidade para fazer o melhor está aí… a hora é agora!

JP3 – Os tucanos migraram junto para o 55?

Pavan: O PSD também é social democrata e queremos ter o PSDB como parceiros pois temos programa idêntico, se os militantes ficarem onde estão ou vierem conosco acho que juntos estaremos. Mas quem desejar vir será bem vindo.

JP3 – Como enxerga Camboriú hoje?

Pavan – Camboriú será a bola da vez, hoje o orçamento é um pouco mais de 300 milhões, em 2029 acredito que ultrapassará a mais de um 1 bilhão no seu orçamento. Assim como eu dizia em 1988 que Balneário Camboriú era a bola da vez e pedia para que apostassem nela, hoje digo que a bola da vez será Camboriú, peço que acreditem, apostem e invistam, porque Camboriú estará em 2029 entre as oito maiores de Santa Catarina. A hora é agora, Camboriú e Balneário Camboriú já! 

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