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Balneário Camboriú
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O que foi notícia em Balneário Camboriú quando o jornal Página 3 circulou pela primeira vez

O Jornal Página 3 nasceu semanário, no dia 26 de julho de 1991, seis dias depois do município comemorar 27 anos de sua emancipação de Camboriú 

Naquela primeira edição, o jornal destacou que Balneário Camboriú, com quase 50 mil habitantes, era considerado o segundo maior polo turístico do litoral sul do país e a construção civil, proporcionalmente, se encontrava entre as maiores do Brasil. 

No entanto, sua principal atividade econômica, o turismo, que teve sua fase áurea até o início dos anos 80, passava por dificuldades, por conta da sazonalidade e da expansão de municípios próximos, que começavam a fazer sombra ao seu desenvolvimento, como Itapema, Porto Belo, Bombinhas e, principalmente, Florianópolis.

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“A cada ano renovamos 50% dos nossos hóspedes,  o que significa que as pessoas não estão voltando”, disse Osmar Nunes Filho (Mazoca), hoteleiro, ex-secretário de Turismo e na época, presidente da Santur (87 a 91). Ele costumava dizer que ‘só o visual que Deus nos deu não é o bastante’. 

Para trazer o turista de volta, como nos bons tempos, era preciso investir em melhorias, combater a sazonalidade, dar uma cara nova à avenida Atlântica e sobretudo, tratar um problema severo, que era o esgoto que poluia a praia.

Como é hoje

A cidade, segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 139.155 habitantes e a construção civil depois de quebras e recuperações parece consolidada, principalmente devido ao valor do metro quadrado, que proporciona boa rentabilidade a construtores e investidores.

No turismo, com efeito, Balneário deixou de ser o grande destino de estrangeiros, devido à crise econômica na Argentina e à concorrência de Bombinhas e Florianópolis.

No entanto, a cidade conquistou mais turistas brasileiros, devido à maior oferta de atrações e o fluxo contínuo, o ano todo, de visitantes ao Beto Carrero.

Fundamental na melhoria da estrutura urbana foi a reurbanização da Avenida Atlântica, promovida pelo ex-prefeito Leonel Pavan que embora fosse chamado pelos desafetos de “plantador de florzinhas”, não precisou de empréstimos milionários para mudar a história de Balneário Camboriú.

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Uma solução para o esgoto ainda demoraria duas décadas e meia, quando a cidade conquistou índices razoáveis de balneabilidade em sua praia central.

Restaurante Sinhá Maria (família Koeddermann) entre os primeiros anunciantes.
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