A técnica Gévelyn Almeida e o paratleta Claudinei Marques Dias, goleiro especialista pivô, ambos do Instituto Catarinense de Esportes para Deficientes (ICED), de Balneário Camboriú, estão no Cairo, no Egito, para disputar com a seleção brasileira de handebol de cadeira de rodas o Campeonato Mundial da modalidade.
Ao Página 3, Gévelyn, que integra a comissão técnica da seleção (ela trabalha há quatro anos com o time, na preparação), disse que a expectativa é ‘muito grande’.
O Campeonato é organizado pela Federação Internacional de Handebol, e o Brasil é um dos favoritos para conquistar o título.
“Estamos com uma seleção muito heterogênea, com as especificidades dentro das classes funcionais, que são as especificidades dos atletas mediante as deficiências, e pretendemos fazer um excelente campeonato, onde será o HCR4 misto, que é uma adaptação do handebol de areia, que tem algumas jogadas como o gol de giro, que vale 2 pontos, que é uma das características das adaptações com a cadeira de rodas”, afirmou.
A técnica pontuou que ficaram muito contentes porque vários atletas do ICED passaram pela seletiva da seleção brasileira, tanto no masculino quanto no time misto, e que Balneário está representada por ela e pelo atleta Claudinei Marques Dias, goleiro especialista pivô, que é um dos principais nomes da seleção brasileira para o Campeonato Mundial.
“Agradecemos a todos que confiam em nosso trabalho, com a nossa equipe do ICED, e a todos que de alguma forma colaboram conosco, com o paradesporto de Balneário Camboriú. Esperamos fazer um excelente campeonato, temos representantes de Santa Catarina, Paraná e Ceará, que são a base da seleção brasileira”, acrescentou.
