Quarteto de ciclistas brasileiros, entre eles, Luiz Balena, de Balneário Camboriú, finalizou prova que cruzou os EUA

- Publicidade -
- Publicidade -

Celd Praça de Esportes celebra 20 anos com jogo entre craques do futebol e festa em Balneário Camboriú

Resenha dos Amigos será realizado no dia 5 de setembro e terá nomes como Romário, Denilson, Popó, Amaral e Magrão, além do ator Eri Johnson

‘Gato solar’ vira nova frente de guerra no setor elétrico

Quem tem painéis solares abate da conta de luz não só o custo da energia que ele substitui com a própria produção, mas também todos os outros componentes da tarifa que custeiam o uso das redes de transmissão e distribuição, encargos e tributos.

Roddertown é inaugurado em Balneário Camboriú e abre ao público nesta sexta-feira

Com entrada gratuita, novo complexo turístico na Via Gastronômica reúne cerca de 40 operações, gastronomia, cultura vintage e atrações ligadas ao universo automotivo

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

O quarteto que o morador de Balneário Camboriú, Luiz Gustavo Balena, de 49 anos, integrou finalizou a prova Race Across America (RAAM) no domingo (23), após sete dias, 14h e sete segundos da partida.

A RAAM é considerada a prova de ciclismo mais difícil do mundo e acontece anualmente no mês de junho.

O objetivo é atravessar os Estados Unidos da Costa Oeste à Costa Leste.

Luiz, que é auditor fiscal federal e ciclista de estrada amador há 10 anos, foi o primeiro morador de Balneário e um dos primeiros catarinenses a participar da RAAM. Ele integrou o quarteto misto formado pelos também brasileiros Márcio Milan, Simone Musa e Frederico Nyder.

A saída foi de Oceanside, na Califórnia, no dia 15 de junho e eles precisavam chegar até Atlantic City, em Nova Jersey (quase 5 mil km), até esta segunda-feira (24), mas chegaram antes.

Toda a equipe que acompanhou o quarteto (Divulgação)

“Concluímos a prova sem penalidades ou advertências, o que vale muito, e todos íntegros e com saúde. Total de 7 dias, 14h e 17s. Embarco quarta (26) à noite de volta para o Brasil e quinta (27) à noite chego em Balneário Camboriú. Foi um tempo excelente, e ainda ficamos em segundo lugar na nossa categoria, que era quarteto misto de 50 a 59 anos”, conta.

- Continue lendo após o anúncio -

Segundo o ciclista, o último dia, sábado (22), foi o pior por estarem com seis dias de cansaço físico e mental acumulados. Ele citou a passagem pelo Monte Apalaches e ainda temperaturas na casa dos 50 graus.

Luís está motivando a disputar novamente a RAAM (Divulgação)

“Ter participado da RAAM é muito mais do que levar uma placa e uma medalha para casa, é fazer parte de um pequeno grupo de pessoas que dedicam anos de suas vidas, de sacrifício pessoal, familiar, economia, tempo, para conhecer e superar limites. Participei da competição ciclística mais difícil de todo o mundo. A conquista é nossa!”, acrescenta.

Luiz pontua também que está se sentindo motivado a voltar para Balneário Camboriú e seguir nos treinos para retornar em 2025 ou 2026 como ciclista solo na RAAM (há modalidade quarteto e solo).

“E ser o primeiro catarinense e um dos cinco primeiros brasileiros a terminá-la”, completa.

Saiba mais sobre a história de Luiz e os preparativos dele para a RAAM aqui.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas