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Balneário Camboriú
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Sete atletas de Balneário Camboriú no teste da seleção brasileira de handebol sobre cadeira de rodas

Os melhores atletas de handebol sobre cadeira de rodas do país participaram da primeira fase de treinamento da seleção brasileira, que terminou domingo (4) em Rio do Oeste.

A coordenadora Gévelyn (D) e atletas (Divulgação/ICED)

O técnico Samuel Vieira disse que é uma etapa de observação, para selecionar os atletas que disputarão o Mundial da modalidade que deverá acontecer no Rio em meados deste ano. 

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De Balneário Camboriú estavam presentes sete jogadores: cinco convocados, Rosenilda Oyama, Irene Mendes, Charles Bessinger, Claudinei Marques Dias e Ezequiel da Luz Geraldo e dois do programa Radar (monitoramento de atletas na Sub-23), Lucas Correa de 23 anos e Arthur Cauê Teixeira de 15 anos.

A técnica de handebol sobre cadeira de rodas de Balneário Camboriú, Gévelyn de Almeida é a coordenadora das seleções e trabalha com profissionais como Samuel Macena, de Fortaleza, Julio da Silva, de Chapecó e Amanda Evelyn, de Maringá, do corpo técnico da seleção.

“Há quase quatro anos recebi a missão de fazer a coordenação das seleções, trabalhando com atletas de todo o país. Para esta etapa foram selecionados 26 atletas. Depois desta fase inicial de treinamento vai sair a relação final dos convocados para a continuidade dos trabalhos”, disse Gévelyn.

Reconhecimento

Dias antes do treinamento da seleção brasileira, Gévelyn e os convocados de Balneário Camboriú, realizaram várias atividades no colégio Dom Bosco, em Rio do Sul, para apresentar um pouco do trabalho realizado em Balneário.

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“Foram momentos gratificantes, realizamos atividades adaptadas, reflexão com crianças com ou sem deficiência, a respeito de valores sobre inclusão social e usamos bastante a frase ‘Somos iguais perante nossas diferenças’, para marcar nossa passagem por lá”, contou Gévelyn.

Ao todo participaram destas atividades quase duas mil crianças do ensino fundamental e médio.

Também aconteceram amistosos contra equipes de Xanxerê e Chapecó que serviram de preparativo para o treinamento da seleção brasileira.

Novos projetos

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Gévelyn disse que a experiência foi muito gratificante e positiva em todos os sentidos. 

“Fomos presenteados com bonecos feitos por artesãos de Rio do Oeste mostrando a questão da deficiência e o reconhecimento pelo trabalho dos atletas Lucas Correa e Ezequiel e o meu também. Foi tudo muito bonito. É gratificante receber o carinho do Alto Vale”, afirmou a técnica.

Presentes que Gévelyn, Lucas e Ezequiel receberam (Divulgação/ICED)

“Estamos encaminhando um projeto para Rio do Oeste para criação de um polo do Instituto Catarinense de Esportes para Deficientes (ICED), a sede é Balneário Camboriú.

“Através deste polo queremos ajudar a transformar a vida de pessoas com deficiência daquela região. Também deixamos projetos encaminhados junto ao município, através da assistência social, para que possam adquirir equipamentos para as pessoas com deficiência. Também doamos três cadeiras de roda que estavam em desuso no ICED”, disse Gévelyn. 

Ela acrescentou que, apesar das dificuldades enfrentadas, sempre em busca de apoio, fazendo rifas, eventos, ações sociais, tem muito orgulho do trabalho realizado em Balneário Camboriú.   

“A resposta vem na convocação das seleções e na receptividade pelo nosso trabalho, um retorno importante e reconhecido por todos nós”, finalizou.

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