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Balneário Camboriú

Campanha para não dar esmolas e parceria com policiais e guardas na abordagem reduziu número de moradores de rua

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A Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social divulgou que atualmente Balneário Camboriú tem de 120 a 145 pessoas em situação de rua e este é o menor número desde o final do ano passado.
A secretária da pasta, Christina Barichello atribui a redução a dois fatores: a campanha em andamento ‘Não dê esmolas, dê oportunidades’ e a parceria na abordagem com a Polícia Militar e a Guarda Municipal.

“Está acontecendo uma conscientização maior em função da campanha que estamos fazendo no comércio e nos condomínios com distribuição de material informativo e isso tem se refletido nos números e também a parceria com a Polícia Militar e a Guarda Municipal, já que 90% das pessoas abordadas tem alguma situação não resolvida com a polícia ou com a lei e isso vai inibindo estas pessoas”, disse Christina.

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Ela disse que no último censo feito com moradores de rua, quase 90% não tem documentos e tem algum conflito com a lei, entre eles, muitos foragidos.

“Vejo que não tem outra solução a não ser seguir as abordagens e estas operações com a GM e a PM, porque a equipe da Abordagem Social é formada por assistente social, psicólogo, agente social e estes profissionais não são treinados para lidar com pessoas que às vezes são mais violentas ou que tem alguma pendência judicial”, afirmou.

BC: um oásis

Christina disse que um dos principais objetivos da campanha que pede para não dar esmolas, é o entendimento e a justificativa dessa necessidade.

“É importante que o comércio e a população entendam que temos políticas públicas, mas não podemos abrir de uma forma que estas pessoas vejam Balneário como um oásis. Quando tem políticas públicas, de atenção básica aos direitos das pessoas, principalmente à população dos dependentes químicos e da população de rua que tem vínculo familiar aqui, os demais precisam ser encaminhados para suas cidades”, declarou.

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Os comerciantes estão entendendo a campanha e reagindo muito bem, segue Christina.

“Estamos instruindo também sobre a legislação, porque não podemos chegar ali e simplesmente ‘limpar’ a paisagem, tirar o morador de rua dali, temos que respeitar a legislação. Então eles estão entendendo, estão aderindo e é positivo”, resumiu.

Números

De janeiro a maio deste ano, a Abordagem Social e a Casa de Passagem do Migrante atenderam mais de 1,6 mil pessoas em vulnerabilidade. Dessas, 838 nunca haviam recebido atendimento. Dos atendidos neste ano, 510 receberam passagem para cidades com apoio de familiares ou terceiros e 198 foram internadas voluntariamente no Centro de Tratamento de Dependência Química.

Os moradores de rua podem solicitar abrigo na Casa de Passagem, localizada na BR-101, km 130 – Bairro Várzea do Ranchinho, ou na Secretaria de Inclusão Social, na Rua 2850, nº 303. Para entrar em contato com o plantão do Resgate Social o número é (47) 98839-7075 ou pela central no 156.

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