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Balneário Camboriú
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Comitê de Balneário Camboriú espera aprovar Lei e Plano Municipal da Cultura Oceânica em 2023

Movimento faz parte da Década da Ciência Oceânica pelo desenvolvimento sustentável e objetivo é estreitar relações das pessoas com o oceano

O Comitê pela Cultura Oceânica de Balneário Camboriú nasceu no primeiro semestre de 2022 depois de um diálogo com diferentes instituições públicas, como Secretaria de Administração, Obras, Inclusão Social e Secretaria de Educação, que idealizou o processo. Em 20 de maio foi promulgado o decreto que instituiu o comitê no município. Outras instituições, algumas privadas, também fazem parte, como o Conseme, CMDCA, Fundação Cultural, Secretaria de Turismo, Emasa, Caruso e Oceanic Aquarium, além da Udesc, Univali e Unifesp.

Reunião de encerramento do Comitê, coordenado por Vanessa (E), da Secretaria da Educação (Divulgação)

O movimento faz parte da Década da Ciência Oceânica pelo desenvolvimento sustentável,  instituído pela Unesco em 2017.

“Com esta  formação foi possível fazer o I Fórum Municipal da Cultura Oceânica, no Dia do Oceano (8 de junho), onde reunimos pessoas de diferentes setores da sociedade do município em prol do cuidado com o nosso oceano, no sentido de estreitar a relação das pessoas com o oceano e compreender como influenciamos o oceano e como somos influenciados por ele”, contou a coordenadora do Comitê, Vanessa Lima Bertolazi Simon, técnica pedagógica do Departamento de Desenvolvimento da Secretaria de Educação.

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As propostas apresentadas formaram um documento, a Lei da Cultura Oceânica, que logo será publicado. O documento já foi encaminhado para aprovação e também possibilitou elaborar o Plano Municipal da Cultura Oceânica no município, que está passando por correção pelos integrantes do Comitê.

O Plano Municipal é um documento que regulamenta e orienta a proposição e execução de políticas públicas do município, para a década 2021/ 2030. 

Para as ações dessa década foi formado, a nível mundial, a Aliança Brasileira pela Cultura Oceânica, que é uma rede de gestores públicos, instituições da sociedade civil e iniciativa privada, engajada e mobilizada na implementação de ações locais alinhadas às metas nacionais e globais, com foco na promoção da cultura oceânica para o desenvolvimento sustentável. 

O Plano Municipal atende à sociedade em todos os seus segmentos. Será bastante trabalhado nas escolas, através de projetos e ações, difundindo essa ideia na sociedade através dos alunos, que são multiplicadores.  

Expectativas 2023

A expectativa do Comitê para 2023 é aprovar a Lei da Cultura Oceânica e aprovar o Plano Municipal da Cultura Oceânica.

“A Década da Ciência Oceânica, também chamada de Década do Oceano 2021-2030, vai muito além, nosso cuidado com a saúde oceânica perpassa 2030 e é imprescindível que as pessoas se sensibilizem com este ecossistema tão importante. Entendemos que ao estreitar esta relação, é possível pensarmos em mudança de hábitos e atitudes”, disse Vanessa.

Trabalho difícil, mas necessário

Sensibilizar as pessoas sobre a questão não é tarefa fácil. O que se vê no planeta é um grande desrespeito ao oceano, promovido pelo homem. 

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Esse descaso acontece em grande escala com a morte de animais que vivem no oceano como em pequenas ações, com o lixo deixado nas praias, por exemplo. 

Vanessa disse que realmente não é um processo fácil, é preciso começar a sensibilizar para conscientizar. 

“Ao pensarmos nisso, compreendemos que quanto mais cedo tivermos estas informações, digo isso na escola, na formação do sujeito ecológico desde a educação infantil, é possível termos uma geração de cidadãos conscientes.E que não estejam presos a conceitos culturais depreciativos com a natureza. O oceano vai muito além da costa e do que podemos enxergar da praia, menos de 10% das espécies que o compõe já foram identificadas”, concluiu a coordenadora do Comitê.


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