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PROMOBIS: Banco Mundial aprovou estudos técnicos do CIM-AMFRI e Univali

A diretoria do Banco Mundial aprovou os estudos técnicos do Projeto de Mobilidade Integrada e Sustentável (PROMOBIS), que foram desenvolvidos pelo CIM-AMFRI em parceria com a equipe da UNIVALI. A etapa consolida ainda mais o PROMOBIS como projeto pioneiro no Brasil pela proposta de gestão consorciada.

(X1 Arquitetos)

Na última semana de março o projeto passará por uma missão revisora e seguirá para a fase de negociação, em Brasília, logo após a aprovação das Leis Autorizativas pelas Câmaras Municipais. 

Também estão sendo definidos pontos operacionais junto à Secretaria do Tesouro Nacional, que avaliará a Capacidade de Pagamento (Capag) dos municípios de Balneário Camboriú, Itajaí e Navegantes, participantes da operação de crédito.

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A última fase dos trâmites administrativos será a aprovação do projeto no Senado Federal e culmina com a assinatura do financiamento. Depois dessas etapas, se iniciará a fase de execução dos projetos de engenharia das obras estruturantes a serem implantadas.

“Esse projeto vai transformar a vida dos moradores da região da AMFRI, conectando as pessoas com a interligação do transporte coletivo e com o Túnel, potencializando o turismo de uma forma sustentável e gerando emprego e renda. Estamos muito confiantes com o avanço de cada etapa do projeto”, declarou o presidente do CIM-AMFRI, Aquiles da Costa.

(X1 Arquitetos)

O PROMOBIS/AMFRI

O PROMOBIS é um projeto pioneiro no Brasil, pela proposta de gestão consorciada, composto por três grandes iniciativas que podem mudar o futuro da região para melhor: um Sistema de Transporte Coletivo Regional – que vai integrar e interligar os 11 municípios da AMFRI com veículos elétricos e reurbanização de vias; a estruturação de parceria público-privada para implantação do Túnel Imerso entre Itajaí e Navegantes; e a Mobilidade Ativa em Balneário Camboriú, por meio do Programa Caminhos do Mar.

Ao todo, serão investidos US$ 120 milhões com recursos públicos, sendo US$ 90 milhões provenientes do Banco Mundial (BIRD) e US$ 30 milhões da contrapartida do financiamento, com pagamentos ao longo de 25 anos, sendo 5 anos de carência. Já os investimentos privados previstos para o projeto, deverão ultrapassar a casa dos US$ 240 milhões.

Texto: Lyandra Machado Batista – Assessoria de Comunicação

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