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Qual brasileiro será o artilheiro da Europa na nova temporada?

A expressão “artilheiro” remete automaticamente a “centro-avante”, àquele indivíduo que tem a obrigação de marcar gols. É o atacante, como indicado em spinsports brasil que os meias armadores e os pontas ou alas procuram incansavelmente. É este jogador que sempre está a postos para finalizar.

Isso, porém, não significa que este jogador seja o artilheiro da temporada, ou figure entre os maiores goleadores de sua equipe.

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Pois bem, se considerarmos o fato de que, pela segunda temporada consecutiva, o artilheiro brasileiro na Europa foi Arthur Cabral, ou seja, não foi nenhum dos jogadores costumeiramente convocados para a seleção brasileira.

Assim como aconteceu em 2020/21, Cabral foi o brasileiro que mais assinalou gols, como se ver jogos de futebol em direto o habilita para tal conquista. No Velho Continente, o centroavante da Fiorentina comemora vinte e nove vezes durante a temporada, nove tentos a mais do que no ciclo passado. 

Curiosamente, a maioria desses gols, vinte e sete para ser exato, foram convertidos no segundo semestre do ano passado, enquanto o ex-jogador de Ceará e Palmeiras ainda defendia o Basel, time suíço onde Cabral, feito navegador português, descobriu o caminho das redes. Se as duas temporadas servirem de base e perspectiva, Arthur é o atacante da vez e poderá ser tri na próxima temporada. Mesmo que os gols tenham sido escassos quando se transferiu para a Itália, transferência esta que também visa sua visibilidade com relação à sua convocação para seleção brasileira que disputará a Copa do Qatar, o atacante tem pretensões de superar sua marca atual.

Mesmo tendo passado fome de gols no período mencionado, Cabral havia dado boa margem em relação aos brasileiros que vêm depois no ranking dos maiores artilheiros brasileiros da temporada europeia. Sempre que se faz a estatística ao final da temporada, consideram-se os dados das vinte principais ligas nacionais do continente, quais sejam, conforme disposto pela UEFA: Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha, França, Portugal, Holanda, Áustria, Escócia, Rússia, Sérvia, Ucrânia, Bélgica, Suíça, Grécia, República Tcheca, Noruega, Dinamarca, Croácia e Turquia. Em suma, se você jogar na Hungria e marcar cem gols na temporada, isso será ignorado.

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A tal lista de artilheiros brazucas, traz na segunda posição o finalista e campeão da Champions pelo Real Madrid, Vinícius Jr., e o campeão português pelo Porto, Evanilson, marcaram vinte e uma vezes cada um na última temporada. O top 10 dos goleadores brasileiros de 2021/22 só conta com um dos camisas nove que mais têm sido utilizados por Tite na preparação para o Qatar-2022: Gabriel Jesus, do Manchester City, que marcou treze vezes e aparece na sétima posição. Outros honoráveis selecionáveis como Matheus Cunha, do Atlético de Madri, Richarlison, do Everton e Roberto Firmino, jogador do Liverpool, não alcançaram números o bastante para figurarem na lista.

Neymar, que por muitas temporadas foi o principal brasileiro jogando na Europa, parece ter perdido um pouco o rumo e entrou para a lista por muito pouco. A temporada foi bem complicada para o ex-santista, boa parte dela passou entregue ao departamento médico do Paris Saint-Germain, e quando em campo só assinalou doze gols, o que lhe deu o oitavo lugar. Quem sabe a Copa Do Qatar devolva à Neymar o brilho de suas grandes jogadas e com elas os gols. 

O levantamento observou que os artilheiros são nomes famosos, mas alguns deles foram surpresas, como o meia-atacante Evander, ex-Vasco da Gama e agora defendendo as cores do Mijtjylland, da Dinamarca, e Samuel Lino, atacante que joga pelo clube português Gil Vicente, mas já está negociado com o Atlético de Madri. Vejamos: 1 – Arthur Cabral (Basel-SUI e Fiorentina-ITA): 29 gols; 2 – Evanilson (Porto-POR) e Vinícius Júnior (Real Madrid-ESP): 21 gols; 3 – Evander (Midtjylland-DIN): 16 gols; 4 – Samuel Lino (Gil Vicente-POR): 14 gols e Tiquinho Soares (Olympiacos-GRE): 14 gols; 5 – Gabriel Jesus (Manchester City-ING): 13 gols; e 6 – Antony (Ajax-HOL), Neymar (Paris Saint-Germain-FRA) e Tetê (Shakhtar Donetsk-UCR e Lyon-FRA): 12 gols.

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Se Arthur Cabral não emplacar o tri, e se Vini Jr. continuar sua ascensão, é provável que o ex-flamenguista termine a próxima temporada como artilheiro entre os brasileiros, quiçá não seja goleador geral na Europa. Não podemos esquecer de Neymar, a aposta é que o craque faça da Copa do Qatar a sua redenção e volte a jogar como nos bons tempos e marque muitos gols. Muita água ainda vai rolar, quem hoje está em litígio com as redes, na próxima temporada pode ser quem mais balance as redes. Quem sabe alguma transferência de clube, mudança de ares e companheiros faça de quem está em jejum, um comilão no futuro.

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