Juliethe Nitz lança livro infantil que aborda inclusão, autismo e esporte

- Publicidade -
- Publicidade -

Fabrício de Oliveira enfrentará uma pedreira na eleição a deputado federal

O ex-prefeito Fabrício de Oliveira disputará eleição a deputado federal pelo Republicanos, partido que atualmente tem dois representantes catarinenses...

A ilusão das cores no tapume: como a “demarcação de terras” engessou o futuro de Balneário Camboriú

Por um Analista do Mercado Imobiliário * Quem caminha pelas ruas de Balneário Camboriú não enxerga apenas a imponência dos...

Homem roubou carro, atropelou mulher e bateu em viaturas durante fuga em Balneário Camboriú

Um homem de 33 anos foi preso pela Polícia Militar após uma perseguição pelas ruas de Balneário Camboriú na...

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

A advogada e ex-vereadora de Balneário Camboriú, Juliethe Nitz, hoje assessora da Casa Civil, vai lançar seu primeiro livro ‘João no Tatame’, na terça-feira (16), às 19h, na Biblioteca Pública Municipal Machado de Assis, com sessão de autógrafos e distribuição gratuita de exemplares.

O livro destinado a crianças entre 9 e 11 anos, conta a história de um menino com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e sua relação com o judô, através de uma colega que mostra como o esporte é importante para a autoestima e para superar desafios.

“O livro mostra as diferenças e como é possível superar preconceitos e promover a inclusão, andar lado a lado”, disse a autora.

O livro foi aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura (LIC), da Fundação Cultural de Balneário Camboriú, com verbas da Prefeitura Municipal da cidade.

Esta semana Juliethe falou sobre sua obra ao Página3. Acompanhe:

(Arquivo Pessoal)

JP3 – Advogada, política e agora escritora. O que motivou escrever um livro? 

- Continue lendo após o anúncio -

Juliethe Nitz – Sempre ouvi histórias de superação através do esporte e, dentro da minha própria casa, vivo isso com a trajetória do meu marido. No ano passado, como mediadora no Simpósio de Direito e Saúde das Pessoas com TEA, pude conhecer exemplos marcantes, como o do Dr. Aderlan, delegado e autista nível 1, que falou da sua trajetória de vida. Além disso, acompanho de perto a experiência da minha filha Constanza, que pratica judô desde os 3 anos, e vejo diariamente como o esporte faz bem para ela e para todas as crianças, independentemente das dificuldades ou diferenças. Foi desse conjunto de vivências que nasceu a motivação para escrever este livro.

JP3 – Como foram selecionados os temas que abordou? 

JN – Comecei a escrever sem a intenção de publicar, era algo muito pessoal. Minha filha começou a falar depois dos três anos e meio, e com ela aprendi que cada criança é diferente, mas todas são iguais com as suas diferenças. A inspiração veio desse olhar, de mostrar que as diferenças não são barreiras, mas degraus que podem ser superados com amor.

JP3 – Qual o objetivo desta iniciativa? 

JN – Meu objetivo é inspirar. Mostrar que desafios podem se transformar em oportunidades, que a inclusão é possível e que cada criança tem um potencial enorme a ser descoberto. Quero que as pessoas leiam e sintam esperança, mas também responsabilidade em fazer parte dessa transformação.

- Continue lendo após o anúncio -

JP3 – Qual a importância da associação de crianças com TEA e esporte? 

JN – É imensa. Há vários estudos  que comprovam a importância do esporte na vida delas e ele (o esporte), além de desenvolver habilidades motoras, fortalece a autoestima, disciplina e a socialização. E isso faz com que a criança autista possa mostrar que não existem limites quando há o estímulo correto.

JP3 – Por que escolheu o judô para a narrativa?

JN – Como falei no início, minha filha começou no judô com três anos de idade e lá tem muito do acolhimento e de todos serem iguais. Ele ensina respeito, disciplina e equilíbrio. Para as crianças de modo geral o judô, como o jiu-jítsu, são espaços seguros para crescer, aprender e se fortalecer. O judô foi escolhido porque simboliza, na prática, o que acredito: vencer não é derrubar o outro, mas superar a si mesmo.

JP3 – Espaço aberto para o que mais gostaria de colocar

- Continue lendo após o anúncio -

JN – Gostaria de reforçar que este livro é, acima de tudo, um convite: um convite para olhar além das diferenças, acreditar no esporte como um agente de transformação e compreender que, para as crianças, não existem preconceitos. Que cada página possa despertar empatia, sensibilidade e amor.

Reprodução

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas