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Meio Ambiente lança cartilha para prevenir colisões (e mortes) de aves em Balneário Camboriú

A utilização de vidros transparentes em prédios e residências é cada vez mais comum, o que tem se tornado um perigo para as aves que circulam em centros urbanos.


Colisão de aves já é considerada a segunda maior causa de morte de aves no mundo. 

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No Brasil não há estatísticas e poucos estudos, mas a  estimativa do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos é de mais de 1 bilhão de aves por ano naquele país.

A colisão de aves em vidraças só vem aumentando no mundo, o que causa um forte impacto ecológico.

Em Balneário Camboriú, a situação não é diferente. O tema chegou a ser apresentado no Legislativo pela professora e pedagoga Patrícia Debrassi, representante da Associação de Conscientização para a Preservação do Meio Ambiente (ACONPREMA), preocupada com o problema.

Esta semana a Secretaria do Meio Ambiente lançou uma cartilha com orientações sobre o assunto e dicas de materiais para utilizar nas vidraças e desta forma, amenizar o problema.

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A secretária do Meio Ambiente, Heloísa Furtado Lenzi disse que a problemática da morte de aves em colisão com vidros era conhecida, até porque na sede da Semam, no Parque Ecológico, acontecia esse problema.  

“Resolvemos testar uma das soluções apresentadas na cartilha e foi 100% efetiva. Também a Ong ACONPREMA sempre chamou atenção sobre o tema,  nos sugerindo ações e testando as diferentes alternativas que apresentamos na cartilha”, comentou. 

Como a proibição do uso de vidros é quase impossível, Heloísa disse que consultaram o biólogo especialista em aves Ivo Ghizoni Jr sobre o que fazer a respeito.

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“Concluímos que seria mais produtivo conscientizar a população, pois ninguém gosta de ver um pássaro morto e saber que sua casa ou comércio é a causa. Entendemos que as pessoas apenas não sabem o que fazer, mas querem resolver o problema”, disse a secretária.

Barreiras visuais podem ajudar 

A cartilha traz alternativas fáceis e baratas para gerar uma barreira visual para as aves sem impedir a passagem da luminosidade e visibilidade para o ser humano, portanto basta escolher uma alternativa apresentada e implantar nas residências e comércios.

“Em vidros totalmente transparentes, é importante colocar algum adereço, como fita adesiva colorida, cortina de cordas, persianas, película de vidro ou tela de proteção “, sugere a cartilha.

Cartilha é para todos

Heloísa lembrou que não são só os prédios que geram problemas. Nas casas e comércios também há alto grau de mortalidade. Por isso qualquer pessoa pode utilizar ou compartilhar a cartilha.

Ela estará  disponível na página da Prefeitura. 

Também haverá um link para acesso através do Aprova Fácil  que é o programa de aprovação de projetos da Prefeitura. 

O Sinduscon também será parceiro na divulgação para sua rede de profissionais e empresas da construção civil.

“Pedimos a todos que nos ajudem a divulgar, pois quanto mais pessoas souberem, menos aves irão morrer”, disse.

O que fazer se uma ave colidir na sua janela

*Observe a ave: muitas vezes em poucos minutos ela se recupera sozinha e consegue voltar a voar;

*Pegue uma caixa de papelão e um papel toalha: caso ela não se recupere sozinho, é importante ter em mãos algo em que ele possa ficar;

*Coloque o passarinho na caixa: é necessário tampar a caixa e que ela tenha alguns furos para passar o ar;

*Mantenha por até duas horas: observe a cada 20 minutos por em média duas horas;

*Deixe a ave partir: após as duas horas, caso ela esteja recuperada deixei-a ir, caso contrário, chame um médico veterinário.

A cartilha completa está anexo à matéria.

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