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Evandro Mesquita na Live ‘A dois passos do paraíso’ que relembrou história de 60 anos dos Rolling Stones

O bate papo que também abordou os 100 anos do rock´n roll reuniu o vocalista da Blitz e os irmãos Jamil e Joilson Albuquerque, no último dia 14.

Por Jamil Albuquerque

Rolling Stones (Divulgação)

O Evandro Mesquita é – permitam-me que eu use aqui um clichezão – “aquele cara que dispensa apresentações”.

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Depois de rodar o Brasil entre 1976 e 1982 com o grupo teatral ‘Asdrubal Trouxe o Trombone’, ele montou a banda Blitz.

Com ela ele “arrombou” a porta das gravadoras, que eram totalmente fechadas para bandas de rock. 

Não há uma única banda pop ou de rock que diga o contrário: a Blitz abriu o mercado para o tal “rock dos anos 80”.

Estouraram nas rádios e TV, venderam milhões de discos, rodaram o país de ponta a ponta diversas vezes, fizeram shows em quase todos os continentes, inclusive na então fechadíssima União Soviética em 1986, estiveram em quatro edições do Rock in Rio, onde tocarão novamente esse ano.

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No momento estão fazendo shows lotados pelo Brasil todo.

Cerca de 25 mil pessoas foram assisti-los dia desses em BH, e todo fim de semana é show grande em vários pontos do país. 

Estão gravando disco de canções inéditas; há uns dias emplacaram 20 minutos no Fantástico da Rede Globo e outros programas de audiência nacional, enfim… estão a todo vapor. 

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Mas o mais bacana é que o figura é o maior boa praça do mundo, e topou na hora quando o convidamos para bater um papo sobre os 60 anos de carreira de uma banda que tanto ele quanto nós gostamos muito, que é os Rolling Stones. 

A ideia de convidá-lo deu-s, porque ele foi um leitor entusiasmado do livro que escrevemos sobre os Stones, postando o livro, na época, em suas redes sociais, sempre com elogios. 

É verdade que o bate papo acabou sendo quase que todo sobre ele e as quatro décadas de carreira da Blitz, e de modo consciente ou não, ele acabou dando-nos ainda mais razões para admirar a direção que ele deu, como líder, à Blitz e a sua carreira solo, tanto na música, quanto no cinema e na televisão. 

Mencionando episódios específicos da carreira musical e teatral, Evandro, entre outras coisas, atestou aquilo mencionamos em conversas entre amigos: sobre a necessidade de treinar para obter alto rendimento em nossas carreiras profissionais, e fez isto quando contou sobre os incansáveis ensaios antes de apresentarem as peças do grupo ‘Asdrubal Trouxe Trombone’ e também os ensaios constantes da Blitz para conseguirem obter o melhor de cada canção.

 E foi assim, dando – talvez sem perceber – formidáveis  insights, que a conversa desenrolou-se por quase uma hora e meia.

Para quem assistiu, ficou uma certeza, pelas coisas ditas por ele nesta conversa: que quando algo é feito com paixão e disciplina, o resultado é sempre feliz e próspero.

(Reprodução)

Jamil Albuquerque é economista, escritor, presidente da MasterMind no Brasil

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