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Balneário Camboriú
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“Mas  qual é a moda aqui em Paris? – Nenhuma! – Ou todas!” por Hélvio Ribeiro

As pessoas mais arrumadas são os recepcionistas de hotel e garçons de restaurantes. Às vezes em ternos impecáveis, atendendo clientes de bermuda ou shortinho.

Nos horários mais cedo ou mais tarde, quando os locais saem do comércio e dos escritórios até que estão um pouco mais arrumados, calça, camisa de manga comprida e um ou outro com gravata.

Mas o estilo de vestir é o livre.

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Este chapéu aí é o do Napoleão Bonaparte, quando vinha aqui neste restaurante. Ele jovem e sem dinheiro empenhava o chapéu. Saía para arrumar uns trocados para então resgatar o chapéu. 

O chapéu é pequeno, como se sabe o Napoleão era pequeno.

Para os franceses ele foi o maior soldado da Europa, já para os povos conquistados, era um baixinho invasor e usurpador.

O Jornal Le Monde desta semana, diz que ‘o pau está pegando’ nos subúrbios e nas cidades do interior principalmente nos  subúrbios mais pobres.

No Centro de Paris está normal , mas bem policiado.

Conforme o Le Monde:

 “No domingo, 2 de julho, o Ministério do Interior Francês contabilizou nos atuais distúrbios:  

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  • 5.000 carros queimados
  • 10.000  lixeiras incendiadas
  • Quase 1.000 edifícios depredados saqueados ou queimados 
  • 250 ataques a delegacias ou policiamento  e fala em 
  • 700 policiais feridos .”

Ataques sobretudo de jovens das periferias em regiões mais pobre.

Assim, 

…segue a saga …

Hélvion Ribeiro é dentista aposentado, reside em Balneário Camboriú e veraneia em Urubici

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