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Balneário Camboriú

Morreu a memória da praia

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Desde 1991, quando foi fundado o Página 3, sempre que eu precisava de informação sobre o passado econômico, social e político de Balneário Camboriú recorria ao Álvaro Silva, um dos fundadores da cidade, homem culto, estudado, de memória excepcional e que sentia genuíno prazer em colaborar, dividir seus arquivos e lembranças.

Ontem, por volta de 15h, eu conversava com o jornalista e historiador Bola Teixeira sobre um detalhe das lembranças da cidade que ele, na condição de biógrafo do Álvaro Silva, me questionara momentos antes.

No impasse, provavelmente causado por erro meu, já que Bola estudou o assunto a fundo e na fonte, disse a ele que telefonaria ao Álvaro para esclarecer o fato que envolvia o primeiro projeto urbanístico da cidade e que teve participação direta dele.

Uma hora depois, às 16h, informei ao Bola que Álvaro havia morrido, o que imagino o tenha chocado e deixado pesaroso tanto quanto fiquei.

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Durante muito tempo as pessoas afirmaram que Balneário Camboriú não tinha história, mas sempre teve e Álvaro Silva foi quem conservou isso de maneira mais cuidadosa.

Seu falecimento é uma lástima, que vá em paz.

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