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Balneário Camboriú

O isolamento de um presidente irresponsável

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Waldemar Cezar Neto*
Enquanto os ministros da Justiça, Sergio Moro, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, tomavam providências nesta terça-feira para obrigar suspeitos de contaminação por Covid-19 a ficarem internados, Jair Bolsonaro repetia a enxurrada de asneiras sobre a doença que o estão tornando tristemente conhecido ao redor do planeta como um bufão, um tolo irresponsável.

Os dos Ministros tiveram que assumir o comando do país porque um paspalho não acredita em pandeminas virais. 

No mesmo dia em que o presidente Trump foi à televisão recomendar que as pessoas se isolem, Bolsonaro alegou mais uma vez que a doença é um exagero da mídia e dos governadores que tomaram medidas de proteção que ele não tomaria.

Com as pessoas assustadas esse despreparado tem a coragem de ir aos microfones para proferir asneiras.

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Depois de tudo que sofremos com a roubalheira dos anos petistas, os brasileiros não mereciam um desequilibrado nos governando -e um desequilibrado que busca o confronto que lhe permita aplicar um golpe e implantar uma ditadura no país.

Pelo que vi no final de semana aqui em Balneário Camboriú, essa ditadura desejada por Bolsonaro não vai se criar: cenas patéticas da Dileta Corrêa da Silva puxando um cordão inexpressivo de pessoas que nem sabem exatamente o que devem escrever numa faixa de protesto -a uma delas eu sugeri “gado”.

As pessoas de bem precisam reagir a golpistas antidemocratas, o combate aos malfeitos do PT não dão respaldo a quem deseja fugir da ordem constitucional.

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(* Waldemar Cezar Neto é jornalista). 

 
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