Câmara de Balneário Camboriú terá Comissão que discutirá transporte público

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As fotografias são as que aparecerão na urna, durante a votação. Fonte dos dados e imagens TSE.

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Foi aprovada pela Câmara de Vereadores a criação da Comissão Parlamentar Especial (CPE) que irá mediar e acompanhar as negociações da prefeitura de Balneário Camboriú e a empresa PGTur (BC Coletivo), que faz o transporte público da cidade. 

A CPE, proposta pelo vereador Eduardo Zanatta, contará com cinco membros do Legislativo e deve iniciar os trabalhos no próximo semestre.

O vereador Eduardo explicou ao Página 3 que, quando a Câmara voltar do recesso (no início de agosto), iniciará o período de 90 dias para a criação da Comissão. 

“Os partidos já indicaram os representantes, mas o presidente Marcus Kurtz tem que constituir a Comissão. Integrarei eu e o vereador Anderson Santos, foi indicado pelo PL o vereador Cristiano José dos Santos, o MDB não sei quem indicou e os partidos minoritários sei que o vereador Alessandro Teco e a Juliana Pavan estão interessados”, contou.

Zanatta lembra que desde 2021 vinha pautando a retomada do transporte na cidade através da Comissão de Transparência, Governança Pública e Accountability, porque a empresa Expressul abandonou o serviço de transporte público, que foi assumido pela PGTur em novembro/2021. 

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“Há pouco tempo houve uma reunião pública no Hotel Geranium, onde o BC Trânsito e empresa falaram que exigem condicionantes para manter o serviço. Hoje alegam que é totalmente inviável pelo baixo número de usuários, que precisam de subsídios e também uma linha preferencial ou exclusiva para ônibus nas principais avenidas, principalmente na Martin Luther e Quarta Avenida, já que se o ônibus não chega no horário, a pessoa não vai pegar e irá se deslocar de outra forma”, salienta.

O vereador defende que, diante disso, vão debater que o transporte precisa ser pontual ou que tenha o máximo de previsibilidade. 

“Um dos encaminhamentos que fizemos foi que a Câmara protocolasse a criação da Comissão para acompanhar a situação porque há várias dúvidas, que teremos que alinhar para fazer a mediação entre o Poder Executivo e a empresa. A Comissão terá o papel de fiscalizar e também de ser o contato com a comunidade, tendo as informações direto, para que o serviço tenha qualidade, acessibilidade e transparência nesse processo”, completa.

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