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Comissão de acompanhamento do transporte público de Balneário Camboriú inicia trabalhos segunda-feira

O presidente da Comissão Parlamentar Especial de acompanhamento do transporte público de Balneário Camboriú, Eduardo Zanatta, disse que os trabalhos iniciarão na próxima segunda-feira (3), às 15h, na sede legislativa.

A comissão foi criada para trabalhar por 90 dias, discutindo a situação da concessionária PGTur (BC Coletivo), que vem passando por problemas financeiros devido à falta de usuários. 

Criada pelo Requerimento 21/2022 (leia aqui), aprovado em plenário na sessão de 20 de setembro, a comissão é composta pelos vereadores Eduardo Zanatta (PT), Chaves Júnior (Podemos), Nelson Oliveira (PL), Delegada Magali (MDB) e André Meirinho (Progressistas).

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Na sua primeira reunião na quarta-feira (28), os integrantes elegeram Eduardo Zanatta como presidente da comissão e André Meirinho como relator. 

“A comissão foi instituída na semana passada e quarta-feira nos reunimos, sob a presidência da vereadora Magali, que é a vereadora mais velha entre os cinco indicados para compor a comissão, e na reunião eu fui eleito para presidir os trabalhos, e já convoquei a primeira reunião, para iniciarmos os trabalhos, para a próxima segunda-feira (3), às 15h”, explica o presidente da comissão, Eduardo.

Quem participa

O vereador presidente disse que na segunda-feira irão pautar principalmente quais são as entidades, lideranças políticas, gestores públicos, representantes da sociedade civil que vão convidar para discutirem a situação junto com a PGTur (BC Coletivo) e com a autarquia BC Trânsito. 

Ele adiantou que os temas a serem discutidos devem ser o funcionamento da atual concessionária do transporte coletivo, a metodologia de custeio, adequações necessárias para o melhor atendimento dos usuários e viabilidade da prestação de serviços pela concessionária.

Eduardo salienta que nesses 90 dias espera que consigam discutir também linhas e horários, linhas que precisam ser ampliadas e subsídio para a empresa. 

“Para que ela não abandone o serviço como ela ameaçou, se é necessário ou não e saber por qual motivo isso não foi concedido antes, se é necessário novo processo licitatório caso o subsídio seja concedido. Há várias discussões que vão ser feitas”, completa.

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