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Confira as alegações dos pedetistas para desembarcar do governo Fabrício Oliveira

O vereador Eduardo Zanatta disse que a decisão partiu da executiva do partido e que ele respeita a orientação partidária. “Vi a nota, temos esse objetivo de construir o nosso projeto próprio. Não me coloco como oposição e sim como independente. Respeito a decisão partidária”, explicou.

Ele salienta que seguirá trabalhando da mesma forma e lembra que, a respeito do projeto do Funservir, deixou claro que como havia vindo, ‘estava inviável de ser votado’. 

“Internamente busquei apontar considerações que deveriam constar, que o dinheiro deveria ser aplicado na saúde, que o prazo deveria ser durante a pandemia, pois mesmo tendo um caixa alto, o Funservir precisa de margem técnica para garantir a qualidade do plano de saúde dos servidores. Sei que é um momento extraordinário, e vou seguir defendendo a importância da vacina, de enfrentarmos à pandemia. Nunca fui de chancelar tudo o que o governo mandava e não sou de votar ‘não’ por não ser mais da base, penso sempre nos moradores da cidade”, acrescentou.

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O jornal procurou o vereador Patrick Machado, mas ele não retornou até o fechamento desta matéria. Caso ele queira se pronunciar, o espaço está aberto.

O vice-presidente do PDT de Balneário, Allan Müller Schroeder, falou em nome do presidente pedetista, Rodrigo Talevi. “Já estávamos conversando sobre isso há algum tempo e, em uma reunião que ocorreu há duas semanas, decidimos que, dependendo do encaminhamento da votação sobre o Funservir, sairíamos da base, mas não foi só esse elemento que nos fez tomar essa decisão”, conta. 

Segundo Allan, a ideia é construir um projeto próprio pensando em 2024 (eleições municipais), e que em 2022 isso já vai começar. 

“Era o momento ideal para nos declararmos independentes. O que for bom para a cidade, vamos apoiar, não somos oposição, mas vamos nos permitir fazer críticas com a sociedade, que antes tínhamos que debater internamente com a base, vereadores, o prefeito e seus assessores. Agora vamos poder nos posicionar”, disse.

Allan comenta que o prefeito sempre atendeu o partido e que há outras questões -como o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e a Educação Integral- e esta última foi algo que o PDT esperava um retorno desde 2016 (quanto à ampliação de vagas). 

“Queríamos contribuir mais, tivemos uma parcela importante na vitória do prefeito, sendo o terceiro partido mais importante, e o debate não aconteceu da forma que gostaríamos. Tínhamos ideias de políticas públicas a serem implementadas, e as portas não estavam abertas. Não é questão de cargo político, se fosse isso ficávamos no governo. Então não fazia sentido continuar em um projeto que não era nosso”, explica.

Em nível nacional, o PDT de Balneário também possui uma visão diferenciada: o prefeito Fabrício defende o presidente Jair Bolsonaro, enquanto o PDT apoia Ciro Gomes. 

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“Bolsonaro não dá mais, ele está levando os brasileiros à fome, ao desemprego, ignora a pandemia, e o que acontece em nível nacional se reflete aqui. Queremos construir o projeto do Ciro em Balneário e região, e saindo da base também conseguiremos atuar dessa forma”, completou.

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