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Balneário Camboriú
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La Barrica propõe multar moradores que dão esmola

Vereador de Balneário Camboriú quer resolver situação dos andarilhos

O vereador David Fernandes ‘La Barrica’ está elaborando um projeto, que poderá ser protocolado até esta sexta-feira (29) na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, para multar pessoas que forem flagradas dando esmolas para moradores de rua. Mas ele diz que só entrará com o projeto se a comunidade aprovar a ideia.

Esmola é para drogas ou álcool

O vereador justificou dizendo ele, como vereador, assim como a prefeitura, são cobrados por moradores e turistas para providenciar alguma atitude a respeito dos andarilhos que ‘tomaram conta’ de Balneário. 

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“São mais de 300, e eu soube pelas secretarias de Segurança e Inclusão Social que entre 95 e 99% deles são usuários de drogas. Ou seja, não estão pedindo dinheiro para sustentar a família e sim para sustentar o vício em drogas e/ou álcool”, salienta.

Objetivo é conscientizar

O vereador aponta que o governo municipal realiza ao longo dos anos diversas campanhas para incentivar que os moradores não dêem esmola para os andarilhos, mas que ‘infelizmente’ isso segue acontecendo. 

“A partir disso e com base em minhas conversas com o pessoal da Segurança e Inclusão, tive a ideia do projeto. A intenção não é multar. Quem for flagrado pela primeira vez dando esmola, receberá um auto de infração, na segunda vez então será multado (em duas UFMs – cerca de R$ 730,34). O objetivo é conscientizar que quem dá esmola não está ajudando e sim atrapalhando, incentivando que os moradores de rua usem mais drogas ou álcool e que venham para a nossa cidade”, acrescenta.

“R$ 2,00 não é para o pão e sim para a droga”

David salienta que o projeto está sendo finalizado e que está fazendo pesquisas para saber se a comunidade apoia a sua ideia. 

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O objetivo é protocolar o projeto na Câmara até esta sexta-feira (29).

“Estou tentando achar uma solução, porque é preocupante o que está acontecendo em nossa cidade. Se a comunidade achar que é certo, vou protocolar, se acharem que é errado, não vou. Afinal, não adianta o pessoal da Inclusão e Segurança seguirem com o trabalho que fazem, oferecendo alternativas para tratamento ou retornar à sua cidade, porque a comunidade segue dando esmola, fazendo que o andarilho queira continuar na rua, porque recebe dinheiro para manter o vício. O R$ 2,00 que você dá não é para o pão e sim para a droga, está prejudicando cada vez mais”, completa.

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