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Samir Dawud deixará o PDT para juntar-se à base de apoio do governo Fabrício Oliveira


O empresário e advogado Samir Dawud (PDT) deve se desfiliar do partido em breve e ir para o Cidadania, de Gelson Rodrigues, que atualmente é secretário de Articulação.

O PDT é oposição ao governo de Fabrício Oliveira, apesar de ter sido base governista até meados deste segundo mandato do prefeito.

A mudança de partido por parte de Samir surpreendeu, porque ele ocupou a cadeira de suplente do PDT há um mês. Agora, ele está trabalhando na Emasa (fortemente criticada pela oposição pela situação caótica que vive a Estação de Tratamento de Esgoto) e disse que ainda não se desfiliou do PDT, mas que sairá em breve e que a tendência é que vá para o Cidadania.

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Entre 6 de março e 6 de abril de 2024 ocorrerá a “janela partidária”, período no qual políticos em cargos eletivos podem trocar de sigla sem sofrer penalidades.

“No PDT eu estava vendo que não tinha espaço, infelizmente tem essa coisa do Allan (Schroeder, presidente pedetista) ser dono do partido. Eu tentei dar um ar novo, mas tinha algo segurando. Nunca nada era decidido em conjunto, era sempre algo individual. Eu tenho construído um grupo legal já para 2024, quero vir como vereador, e eu sempre quis debater em grupo, mas percebi que nem o Patrick Machado, que tem mandato e está há oito anos no partido, consegue”, reclamou.

Samir explicou que quando o prefeito Fabrício soube da vontade dele de sair do PDT, o chamou e fez o convite para que ele assumisse como gerente comercial e financeiro da Emasa – o que ele aceitou.

Anteriormente, Samir já havia trabalhado na Secretaria da Fazenda, na Fiscalização e também com Omar Tomalih, atual secretário de Saúde. “Para mim politicamente também é positivo, surgiu a proposta e eu aceitei. Tentei conversar com o Allan, eu sempre contribuí com o partido, ajudei na campanha dele a deputado federal, mas ele não me atendeu e não quis conversar. Até novembro fui suplente do Patrick na Câmara, com ele conversei bastante e ele entendeu a minha decisão. Eu queria sair numa boa, estava filiado desde o final de 2019. Saí para conseguir fazer crescer o meu grupo, porque no PDT eu ficava preso pelo Allan”, acrescentou.

O que diz o PDT

O Página 3 também procurou o presidente do PDT, Allan Schroeder, que destacou que o partido está se posicionando cada vez mais ‘pela mudança em Balneário Camboriú’ e que quem não se encaixar vai sair.

Allan disse que ‘Samir fez a escolha dele’ e que ele não é o primeiro e nem será o último a deixar o PDT. “O governo coopta e ludibria com promessas. Ruim de quem ainda acredita em quem tem fama justamente de não cumprir palavra. Desejo sorte. Infelizmente faz parte da política. Nem todo mundo faz política por causas ou ideias. Mas quanto ao PDT, seguimos o nosso caminho tranquilos, só demonstra que nossa construção está incomodando o governo. Nossa campanha de filiação foi um sucesso, passamos de 80 novos filiados, entre pré candidatos e lideranças comunitárias, afinados com o projeto do partido e nossa visão de cidade”, destacou.

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