“Temos que fazer o básico, reorganizar e reconstruir”, diz o secretário de Educação de Balneário Camboriú

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O secretário de Educação de Balneário Camboriú, Leandro Rodrigues da Silva, o ‘Índio’, procurou o Página 3 para falar sobre a sugestão feita pelo vereador Guilherme Cardoso a respeito de um estudo técnico preventivo para implantar salas seguras, espaços reforçados que sirvam de abrigo em situações de temporais, ventos fortes ou alagamentos (saiba mais aqui).

Ele acredita que para o vereador ter feito a indicação é porque ele ‘deve desconhecer o relatório que a prefeita Juliana Pavan apresentou no começo do ano na Câmara’. 

“Quando a prefeita apresentou o caos estrutural que o antigo governo deixou as escolas e que era de ciência do vereador, que era assessor do prefeito. O vereador, no seu papel de fiscalização, sabe que o nosso desafio é manter estrutura adequada em questão de telhado, muros, pintura… o básico, porque deixaram de construir sala de aula e nossas escolas estavam em péssima situação”, afirmou.

O secretário comentou que respeita sugestões, mas que se tratando de educação pública vão ter que começar a fazer o básico, e que a partir do momento que consigam recuperar ‘o desastre que foi deixado’, vão ter condições de partir para esse tipo de melhoria. 

“Parece haver esquecimento seletivo ou alguns vereadores parecem ter algum tipo de alucinação. É muito fácil propor, mas tem que entender os desafios atuais – fazer o básico, reorganizar, reconstruir o que derrubaram… estamos construindo novos muros – nos fundos do CEM Ariribá, do NEI Vovô Alécio, no NEI Taquaras… primeiro queremos ter muros mais altos que garantam segurança para estudantes e servidores, mas garantir acessos secundários porque hoje as entradas também são saídas”, acrescentou.

Índio comentou que neste momento o foco total é nas obras e intervenções para atender as demandas emergenciais, e que eventual plano de contingência e outros documentos formais serão consequência deste trabalho.

“Pois tudo que é teórico gera debate, mas hoje nossa realidade exige prática, e temos que avançar na prática para depois ver questões teóricas”, completou.

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