A condução de presos até a sede da Polícia Científica, na Avenida Alvin Bauer, em Balneário Camboriú, foi tema de uma reunião realizada na terça-feira (26), em Florianópolis, entre o vereador Guilherme Cardoso e representantes da Polícia Penal de Santa Catarina. A partir desta quarta-feira (27), uma medida paliativa já começa a valer enquanto uma solução definitiva é discutida.
A agenda ocorreu após pais e moradores da região procurarem o gabinete do vereador relatando preocupação com a circulação de detentos algemados e escoltados por policiais armados na mesma calçada utilizada por crianças de uma escola infantil próxima ao local.
Durante a reunião, Guilherme apresentou um ofício solicitando mudanças imediatas no procedimento de condução dos presos. A proposta prevê que o manejo passe a ser feito de forma interna, utilizando a estrutura de garagem do imóvel, evitando a exposição dos detentos na via pública e reduzindo impactos no entorno escolar.
Segundo o vereador, a Polícia Penal já se comprometeu a adotar, de forma paliativa, alterações operacionais a partir desta quarta-feira (27), até que uma solução definitiva seja implementada.
“Quando uma situação interfere na vida da nossa cidade, o vereador precisa ouvir a comunidade e ir atrás de solução. Recebemos relatos de pais e moradores preocupados, fomos até Florianópolis e apresentamos uma proposta concreta para proteger as crianças, as famílias, os agentes e todos que circulam naquela região”, afirmou Guilherme.
O vereador reforçou que a cobrança não é direcionada aos agentes de segurança, mas sim à necessidade de adequar o fluxo de escolta em uma área sensível da cidade.
“Os policiais penais cumprem uma função essencial. O que estamos pedindo é organização do procedimento, com estrutura adequada, para que a segurança pública funcione sem gerar insegurança no entorno de uma escola infantil”, destacou.
Guilherme afirmou que seguirá acompanhando o caso até que o ajuste definitivo seja colocado em prática.

